Minha Dupla Vida: A Traição Ardente com o Amante Secreto

Sou casada há dez anos, com uma vida impecável. Trabalho em Lisboa como gestora de projetos, chego a casa a horas decentes, faço jantares com o meu marido. Ele acha que sou a mulher perfeita. Mas… eu tenho um segredo. Chama-se Pedro, um homem de quarenta e poucos, alto, forte, que conheci numa festa há uma semana. Ontem, disse ao meu marido que tinha uma reunião tardia. O coração batia-me forte no elevador do prédio dele, ali perto de casa. Se alguém me visse… Meu Deus. Olhei para a aliança no dedo, brilhante, e senti um arrepio de culpa misturado com excitação. Bati à porta, ele abriu, sorriso safado. ‘Entra, minha putinha secreta’, sussurrou.

Entrámos na sala, as luzes baixas. Ele puxou-me para si, beijou-me com fome. Senti a ereção dele contra a minha saia. ‘Tira isso’, disse ele, rasgando os botões da minha blusa. Fiquei de sutiã, a aliança fria contra a pele quente do peito dele. Rimos como adolescentes enquanto nos ensaboávamos na ducha, corpos colados, sem pressa. Depois, ele preparou frutas e iogurte. Comemos na cama, conversando, rindo. Senti-me tão viva. ‘Fica esta noite?’, perguntou. Eu hesitei… o meu marido esperava-me. Mas disse sim. Levei o lubrificante. ‘Preciso de estrelas na cabeça para dormir. Fazes-me voar?’

O Segredo que Me Consome

Ele sorriu. ‘Sem preservativo?’. ‘Sim, sinto-te melhor ao natural. A tua caralho enorme…’. Sentei-me na cama, puxei o pau dele para a boca. Ainda mole, engoli até ao fundo, lambendo devagar. As mãos dele na minha cabeça guiavam-me. De repente, ele virou-me para 69. A língua dele nas minhas nádegas, abrindo-me, lambendo o cu. Eu gemi, chupando as bolas dele, o pau endurecendo na boca. Ele enfiou a língua no meu cu, dois dedos abrindo-me. Eu tremia, o clitóris inchado.

O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina

Ele virou-me de bruços, gel frio no cu. ‘Sentes a minha grossa caralho a pulsar por ti?’. ‘Sim, enfia tudo’. O cabeção pressionou, entrou devagar, rasgando-me de prazer. Parei-o com a mão na anca, levantei a perna. Ele fodia-me atento, variando, as bolas batendo nas minhas nádegas. ‘Quero chupar-te enquanto me fodes, é tão bom… Vem, enche-me!’. Ele acelerou. ‘Vou gozar…’. ‘Sim, dentro, Patrick… Pedro! Goza no meu cu!’. Ele explodiu, jatos quentes enchendo-me, eu gritei, o cu contraindo-se em orgasmos.

Ficámos abraçados, ele ainda dentro de mim, a desfazer-se. Pensei no meu marido, mas o prazer era maior. Adormecemos assim. Acordei de madrugada, o cu latejante, cheguei a casa antes dele acordar. Tomei duche, vesti o robe de esposa perfeita. O segredo guardado, o risco… Meu Deus, excitou-me tanto. Hoje no trabalho, sinto o esperma dele ainda em mim, a aliança no dedo. Sou a boa esposa, mas à noite sonho com o próximo risco. Esta dupla vida… vicia-me.

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