Confissão: A Minha Dupla Vida e o Toque Proibido no Metro

Sou a Ana, 35 anos, casada há oito com o João, gerente de contas num escritório no Chiado. Vida perfeita: casa em Alcântara, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… tenho esta fome. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. A aliança no dedo esquerdo pesa como um lembrete, mas excita-me mais que culpa.

Hoje, saio do trabalho exausta. Metro na Baixa Chiado, lotado como sempre. Sento-me num strapontin, abro o jornal para disfarçar. Duas estações, enche-se de gente. Um tipo entra, fica mesmo à minha frente. Uns 30 anos, fato cinzento, olhos escuros que me cravam. Olha-me fixo, um brilho maroto. Viro o rosto para a janela, mas sinto-o. Coração começa a bater forte.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Acorda

Multidão empurra. A perna dele roça a minha coxa por baixo da saia lápis. Acidental? Não. Ele não se mexe. Eu… sinto o calor subir. A aliança brilha sob a luz fraca. Olho para cima, ele sorri de lado. ‘Desculpa’, murmura baixo, mas avança mais. A coxa dele pressiona o meu joelho. Pubis dele faz volume nos calções. Eu abro ligeiramente as pernas, disfarçando com o jornal.

Secção do metro. Mão dele desliza devagar pela minha saia, sobe pela nádega. ‘Queres?’, sussurra no meu ouvido, hálito quente. Aceno sim, sem voz. Dedos ágeis encontram o elástico das meias. Não uso collants hoje, só ligas. Ele ri baixo. ‘Boa rapariga.’ Sobe mais, roça a renda da cueca. Estou encharcada já. Coração na garganta, olho em volta – ninguém nota.

O Êxtase Rápido e o Regresso ao Segredo

Empurra a cueca de lado. Dois dedos entram na minha cona molhada, diretos, sem piedade. ‘Tão apertadinha’, geme ele. Eu mordo o lábio, aperto as coxas à volta da mão dele. O polegar no clítoris, roçando em círculos. Sinto o caralho dele duro contra a minha perna. ‘Tira-o’, peço num fôlego. Ele abre o fecho, saca a rola grossa, latejante. Eu agarro por cima do jornal, aperto. Mão dele fode-me mais fundo, tres dedos agora, estica-me.

Estação próxima. Gente entra, pressiona-nos mais. Perfeito. Ele acelera, dedilhando o meu ponto G. ‘Goza para mim, casada safada.’ Vejo a aliança na minha mão que bombeia a rola dele, pré-gozo a escorrer. Ondas vêm, cona contrai, gozo forte, abafando gemido no ombro dele. Líquido quente nas minhas coxas. Ele goza logo após, jato grosso na minha mão. Limpamos depressa com lenços, olhos nos olhos, cúmplices.

Ele desce na minha estação. ‘Queres mais?’, pergunta. ‘Hoje não, marido espera.’ Sorri. ‘Até breve, Ana.’ Como sabe o nome? Cartão no bolso. Saio, pernas trémulas, cona ainda a pulsar. Ar fresco na rua acalma-me. Chego a casa, João: ‘Dia bom?’ ‘Sim, cansativo.’ Sorrio, lava as mãos cheias de cheiro dele. Janto normal, mas por dentro… ardo. O segredo é meu, a dupla vida excita-me mais que nunca. Amanhã? Talvez o procure. O risco… é viciante.

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