Sou casada há dez anos, trabalho num escritório em Lisboa, vida certinha. O meu marido é bom homem, mas… falta fogo. Uso sempre a aliança, orgulhosa. Mas há meses, conheci-o numa festa. Ele tem voz grave, sensual, oito anos mais velho. Flirtámos. No dia seguinte, convidou-me para jantar. Num restaurante chique no Chiado. Bebemos vinho tinto, conversámos. Eu, provocadora, disse que gosto de homens criativos. Ele sorriu. A conversa aqueceu. De repente, com aquela voz, ordenou: ‘Tira a calcinha, agora. Quero-te nua por baixo da saia.’
O coração batia forte. ‘Aqui? No restaurante?’ ‘Tu decides.’ Fui à casa de banho, tremendo. Tirei o fio dental, voltei. Ele mandou abrir as pernas debaixo da mesa. Fingiu deixar cair o garfo, espreitou. Viu a minha cona exposta. Não éramos amantes ainda, mas eu obedeci. Adrenalina pura. O risco de alguém ver… excitava-me. Toquei na aliança, culpada, mas molhada.
O Segredo que Começou num Jantar Inocente
Dias depois, café às cinco, nevava. Frio de rachar. Propôs passeio no parque. Segui-o, curiosa. Caminhávamos distantes, como conhecidos. De repente: ‘Gosto de putas, são boas a mamar. És boa nisso?’ Fiquei paralisada. ‘Nunca vais saber se não pedires.’ Ele agarrou-me a nuca, encostou-se à árvore, abriu a braguilha. Meti a boca na pila dele, dura. ‘Diz que és uma puta!’ ‘Sim, sou uma puta.’ Puxou-me o cabelo, fodia-me a boca. Brutal. Gozou, engoli. Tremia toda. Alguém podia ter visto. Regressei a casa, beijei o marido, cona a pulsar.
Hoje, sou a sua submissa secreta. Ele liga: ‘Vem ao hotel. Saia justa, sem cueca nem sutiã. Entra como puta profissional.’ Cheguei nervosa. Bati à porta. Abriu uma fresta, deu cabide. Fechei. No corredor, despi o casaco, bati. Outro cabide. Desabotoei a blusa, seios nus, coração aos pulos. Alguém passou, olhou estranho. Bati. Entrou, pegou, disse: ‘A saia.’ Tirei tudo, nua no quarto. Ele de fato e gravata. Colocou coleira com trela. ‘A quatro patas.’ Passeou-me pela suite. Sentia-me objecto. Excitante.
A Noite de Submissão Total e o Regresso a Casa
No sofá, eu nua, ele vestido. Puxou-me entre as pernas. Beliscou mamas, doeu suave. ‘Lambe os dedos.’ Humilhante, mas obedeci. Amarrou mãos atrás com cinto. De bruços no chão, fustigou-me as nádegas. ‘Mais forte?’ ‘Sim.’ Usou cinto, marcas vermelhas. ‘Diz que és salope!’ ‘Sou uma salope, fode-me!’ Gritava baixo, medo de barulho. Parou, deu-me bebida. Sextoy vibrador, lubrificado. ‘Masturba-te à minha frente.’ Deitei-me, enfiei na cona molhada. Ele fustigava enquanto eu gemia. Virei de bruços, bati com vibro, ele batia. Gozei forte, corpo convulso.
Levantou-me, deitou na cama. Despiu-se, penetrou-me brutal. ‘Três dedos no cu.’ ‘Adoro, fode o meu cu!’ Dedos dentro, pila na cona, bati outra vez. Gozou dentro. Eu, exausta, beijei-o. Olhei relógio: marido esperava jantar.
Saí do hotel, pernas bambas, marcas nas nádegas a arder sob saia. Aliança brilhava. Tomei banho rápido, cheguei a casa. ‘Onde estiveste?’ ‘Reunião atrasada.’ Sorri, cona ainda latejava. Ele manda mensagens: ‘Boa puta.’ Eu respondo: ‘Obrigada, amo ser tua secreta.’ Culpada? Um pouco. Mas o frisson… vicia. Amanhã, vida normal. Mas sei: a salope acorda quando ele chama. O segredo é meu tesouro.