Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, um engenheiro calmo e dedicado. Temos uma casa bonita nos subúrbios de Lisboa, dois filhos na escola, jantares em família. Sou advogada numa firma respeitável, salto alto no tribunal, aliança brilhando no dedo. Todo mundo me vê como a mulher perfeita, estável. Mas… dentro de mim, queima. Um fogo que o João nunca acende.
Tudo começou há seis meses. Encontrei o Erik num bar no Bairro Alto. Ele é norueguês, alto, barbudo, olhos selvagens como os Vikings dos filmes. Veio para Portugal a trabalho, mar, algo com navios. No primeiro olhar, senti o choque. Ele me agarrou pelo braço, sussurrou ‘Quero te foder agora’. Eu ri, nervosa, mas o coração disparou. Voltei pra casa molhada, a aliança pesada no dedo.
A Rotina Rangée e o Segredo que Me Consome
Desde então, é a minha dupla vida. De dia, emails profissionais, beijos castos no marido. De noite, mensagens dele: ‘Vem, puta casada’. Hoje, o João chega às 20h. Eu disse que ia ao ginásio. Mentira. Coração batendo forte, dirijo pro motel na Marginal, bruma do Tejo no vidro. Paro o carro, mãos tremendo. Ele já está lá, com a Soraia. Ela é portuguesa, tatuada com runas estranhas nos seios e coxas, cabelo escuro, olhar que hipnotiza. ‘Ela é minha bruxa’, diz ele. Eu hesitei. ‘E se nos pegam?’ Mas o desejo vence. Entro, porta bate.
No quarto escuro, cheiro a mar e suor. Erik me empurra na cama, rasga a saia. ‘Olha essa aliança, vadia traidora’. Ele ri, lambe meu pescoço. Soraia se aproxima, nua, pele pálida marcada. Tira minha blusa, chupa meus mamilos duros. Eu gemo, culpada mas louca de tesão. Erik abre minhas pernas, enfia dois dedos na minha buceta encharcada. ‘Tá pingando, casada’. Eu agarro o pau dele, grosso, latejante, engulo até a garganta, babando.
O Êxtase Selvagem e o Prazer do Retorno
Ele me vira de quatro, mete forte, pauzão esticando tudo. Cada estocada bate no útero, eu grito ‘Mais, fode-me!’. Soraia se deita embaixo, lambe meu clitóris inchado enquanto ele me arromba. Sinto a língua dela rodando, chupando o mel que escorre. Troco: monto no Erik, cavalgo selvagem, bundas batendo, ele aperta meus peitos. Soraia senta na cara dele, ele lambe a buceta dela raspada. Eu beijo ela, gosto de sal e desejo. Ela goza primeiro, tremendo, molhando a barba dele. Eu acelero, pau dele inchando, ‘Vou gozar na tua puta casada!’. Ele explode dentro, jatos quentes enchendo-me. Eu venho em seguida, corpo convulsionando, unhas cravadas nas costas dele.
Cinco minutos. Urgência total, telemóvel vibra – o João. ‘Onde estás?’. Corro pro chuveiro, sabão rápido, cheiro de sexo no ar. Visto-me, aliança de volta, beijo na boca de Erik, ‘Sem marcas’. Soraia sorri, traça um dedo na minha barriga, como uma runa. Saio, pernas moles, conduzo devagar. Chego em casa às 19h45. João abraça-me, ‘Suada do ginásio?’. Sorrio, ‘Sim, amor’. Janto normal, filhos rindo. Mas sinto o esperma dele escorrendo na cueca, o gosto dela na boca. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. Amanhã, mais. Essa dupla vida… é o meu vício. O risco me faz viva.