Confissão de uma Esposa Portuguesa: Treino em Casa e o Sexo Proibido com o Amante Secreto

Trabalho num gabinete de contabilidade em Lisboa. Esta semana, mergulhei no dossiê de uma grande concessionária de carros. Trabalhei até tarde para cumprir prazos impossíveis. Hoje, quinta-feira, apresentei à minha chefe. Ela adorou, elogiou o esforço. ‘Vai-te embora cedo’, disse. Eram só 17h quando cheguei a casa. O Pedro, o meu marido, só volta às 19h. Tempo para descontrair.

Vista para a cidade velha, sem visinhos. Perfeito para fitness. Desenrolo o tapete à frente do sofá. Calor de julho, abro a porta-janela para ar fresco. Despisto tudo, fico só com a calcinha justa, colada ao corpo. Aquecimento rápido. Começo o circuito: burpees, pranchas, agachamentos. Suor a escorrer pelas costas, peito a arfar. No terceiro circuito, a campainha toca. Paro no salto do burpee, corro a abrir. É o Bruno, o gerente da concessionária. O meu amante secreto há meses.

A Rotina Perfeita e a Tentação que Bate à Porta

‘Olá, Ana. Passava aqui por baixo e pensei em ti.’ O coração acelera. Ele sabe que o Pedro não está. ‘Entra.’ Ele sorri, olhos a devorar-me suada e quase nua. Entra no salão, elogia a vista. Senta no sofá, com um bloco de desenho na mão – adora esboçar corpos em movimento. ‘Continua o teu treino, eu desenho-te.’ Hesito. A aliança no dedo pesa. Mas o desejo vence. ‘Ok.’

Faço mais vinte minutos, ignorando o olhar dele. Muslos a queimar, suor entre as mamas. Acabo, bebo água, alongo-me à frente dele. Peço uma cerveja fresca. Ele mostra o esboço: as minhas curvas perfeitas no esforço. ‘Impressionante.’ ‘Tu és que és sexy assim.’ Sinto o rubor. ‘Vou tomar um duche rápido.’ Subo à mezzanine, deslizo a calcinha molhada de suor. Água quente, sabão no corpo. E ele aparece na porta, bloco na mão. ‘Deixa-me acabar o desenho.’

Nuas, gotas a escorrer. Ele aproxima-se. ‘Fica quieta um pouco.’ Braços no ar, imito lavar o cabelo. Incomoda, mas excita. Ele seca-me com a toalha: costas, braços, rabo. ‘Vira-te.’ Cubro a cona com as mãos. Ele ri. ‘Docilzinha.’ As mãos dele no meu peito, mamilos duros. Olhos nos olhos, respiração pesada. Toco a cara dele, polegar na boca. Beijamo-nos. Línguas loucas, corpos colados. ‘Toca-me onde quiseres.’

O Fogo no Chuveiro: Dedos, Caralho e Gozo Explosivo

Mãos dele nas minhas ancas, sobe a toalha fora. Placo-me à parede. Dedos na calcinha – não, tirei-a. Encontra a cona ensopada. ‘Estás molhada pra caralho.’ Dedo no clitóris, depois dentro. ‘Ah!’ Bombeia forte, palma a bater no clitóris. Gozo rápido, corpo a tremer, mordo o lábio para não gritar. Ele sorri. Viro-me, rabo empinado. Pau dele quente na minha coxa. ‘Fode-me.’ Glande na entrada da cona. ‘Espera, capote!’ Corre ao armário – vazio. ‘Merda.’

Ele volta, empurra-me contra o lavatório. ‘Deixa-me tratar de ti.’ Claque no rabo. ‘Curva-te.’ Mão no pau dele, duro como pedra. Masturbo-o devagar, olho no espelho. Ele geme. ‘Mais rápido.’ Acelero, ele agarra as minhas mamas. De repente, dedo no meu cu. ‘Queres?’ Lubrificante, pressiona. ‘Sim, mete!’ Entra devagar, massageia a próstata – não, ele homem. Espera, adapto: eu guio o dedo dele ao meu cu. ‘Lubrifica.’ Ele obedece, dedo no cu apertado. ‘Oh foda-se, que bom!’ Bombeia, mão na cona. Gozo de novo, pernas bambas.

Agora ele: viro-me, ajoelho. Chupo o caralho, bolas na boca. ‘Vai, engole.’ Engasgo, saliva a pingar. Levanto-me, guio-o à cona. ‘Sem capote, mas pula fora.’ Entra num golpe, fode forte. ‘Tão apertadinha.’ Aliança no pau dele enquanto aperto. Coração aos saltos – e se o Pedro chega cedo? Urgência: mete mais rápido. ‘Goza na boca.’ Sai, goza na minha língua. Engulo, lambo tudo.

Limpamos-nos rápido. Ele veste-se, beijo de despedida. ‘Até breve, minha puta secreta.’ Sai. Eu visto roupa normal, preparo jantar. Pedro chega, beijo casto. ‘Bom dia?’ Sorrio. ‘Perfeito.’ Dentro, pulsa o segredo. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã, mais um dossiê… e mais risco. Amo esta dupla vida.

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