Confissão: A Minha Dupla Vida com o Bruno, o Amante Secreto

Sou a Ana, 35 anos, casada há 8 com o João, funcionária na câmara municipal de uma vila pequena perto de Lisboa. Vida perfeita de fora: casa asseada, jantaradas com amigas, trabalho estável. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. O João é bom homem, mas rotineiro. Eu preciso de fogo.

Há umas semanas, a Vanessa, minha colega de RH na empresa ao lado, convidou-me para jantar em casa dela. ‘Vem cedo, às 18h30’, disse. Levei um bolo de chocolate. Cheguei e surpresa: mais gente. A Nathalie, loira alta e fria, e o Bruno, um tipo alto, técnico de caldeiras industriais, que viajava muito. Olhos castanhos, mãos grandes, sorriso maroto. Senti um formigueiro logo.

O Jantar que Mudou Tudo

Jantamos, falamos de tudo. Descobri que o Bruno me levaria de carro, pois moro em Rourchin, perto de Brumoncourt. O último autocarro era às 21h35. Ele ofereceu-se: ‘Eu levo-te, é caminho.’ Hesitei, olhei para a Vanessa. ‘Ok, se não te importas.’ Coração já a bater mais forte. Aliança no dedo esquerdo, brilhando sob a luz. Ele casado? Não disse.

Na carro, conversámos. Ele percebeu o plano da Vanessa: Nathalie queria notícias de um amigo dele. Ri-me. ‘Tu és um malandro.’ Chegámos ao meu prédio sem elevador. ‘Queres subir um minuto? Um sumo?’ Insisti. Subimos as escadas, ofegantes. No meu apartamento pequeno, sentei-me no sofá. ‘Sumo de maçã?’ Ele aceitou. Bebemos, olhámo-nos. ‘Estás bem?’ perguntei. ‘Sozinha?’ Ele: ‘E tu, casada e sozinha?’ Toquei a aliança. Culpa. Mas o desejo… ‘O João chega amanhã.’ Mentira piadosa.

O Sexo Urgente e o Regresso à Rotina

Ele aproximou-se. ‘Posso?’ Beijámo-nos. Suave, depois selvagem. Mãos dele nas minhas coxas. ‘Para, tenho aliança…’ Mas puxei-o. Despi-me devagar. Ele chupou os meus peitos, aréolas grandes, mamilos duros. ‘Gostas?’ ‘Sim, caralho.’ Virei-me, beijou as costas, desceu às nádegas. Mordi o lábio. ‘Vira-te.’ Abri as pernas. Língua na cona, molhada já. ‘Oh foda-se, Bruno!’ Gozei rápido, pernas a tremer. Ele lambeu o clitóris, dedos dentro. Gozei outra vez, gritando baixo.

‘Tira a camisola.’ Pau dele duro, grosso. Condão na mesa de cabeceira. Enfiei na boca, chupei forte, bolas na mão. Ele gemeu. ‘Quero-te dentro.’ Deitei-me, ele entrou devagar. ‘Que caralho, estás tão apertada.’ Fodia-me forte, cama a ranger. Aliança roçava no peito dele. Coração disparado: e se o vizinho ouve? Acelerei, unhas nas costas. ‘Mais rápido, fode-me!’ Gozei com ele dentro, cona a pulsar. Ele veio, enchendo o condão. ‘Porra, Ana…’ Caímos ofegantes.

Sem tempo para mais. Ele ficou um bocado, depois foi. Eu arrumei tudo, perfumei-me, vesti o pijama. João chegou de madrugada, beijei-o dormindo. No dia seguinte, trabalho normal, sorriso profissional. Mas entre as pernas, latejava. Mensagem dele: ‘Quero repetir.’ Respondo: ‘Sábado, motel na estrada.’ Segredo guardado, adrenalina pura. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta. Amanhã, mais. Deus, que vicio.

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