Minha Dupla Vida: A Paixão Secreta com o Médico das Montanhas

Eu sou a Ana, 35 anos, casada com o Miguel há 10 anos. Vida perfeita em Lisboa: emprego estável como bióloga numa lab, casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família. Mas… ai, o segredo. Tudo começou há uns meses. Angina forte, fui ao médico de família. Remplaçante: o Pedro, jovem, olhos penetrantes, corpo atlético de quem sobe serras. Falámos uma hora na consulta. Biologia, montanha. Ele: ‘Precisas de ar puro, Ana. Vem comigo à Serra da Estrela este fim-de-semana. Apartamento da família livre.’ Coração disparado. ‘Não posso, sou casada.’ Mas ele insistiu. Mensagem ao Miguel: ‘Viagem com as amigas, curso rápido.’ Mentira fácil. Ele acreditou. Noite de quinta, ele apanha-me em segredo. Mãos suadas no volante. Aliança no dedo esquerdo brilha contra o seu toque no joelho. ‘Shh, ninguém sabe.’ Adrenalina ferve. Chegamos tarde, neve fina. Casa isolada. Conversa, vinho. Ele sabe do meu casamento. ‘Gostas do risco, não?’ Sim. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. Corpo treme. Vida dupla: de dia, mulher recatada; de noite, puta faminta pelo proibido.

Sexta, festa na casa. Convidados: amigos dele, médicos, montanhistas. Eu, discreta, mas ele roça-me sempre. Olhares. Copos tilintam. Julie – espera, a irmã dele, Joana – bebe demais, drogado? Ele pede-me ajuda para a levar embora. Não, eu fico. Mas à noite, após festa, saímos para ‘ar fresco’. Floresta escura, neve. Ele beija-me contra árvore. ‘Rápido, antes de volta.’ Coração na garganta. Puxa saia. Mãos frias na pele quente. ‘A tua aliança… fode-me assim.’ Calções dele arriados. Piroca dura, grossa, latejante. Eu ajoelho na neve gelada, neve nos joelhos. Engulo fundo, saliva escorre. Ele geme baixo: ‘Caralho, Ana, chupas como puta.’ Levanto-me, viro-me, mãos na árvore. Ele entra de rompante. Buceta encharcada, clitoris inchado. ‘Mais forte!’ Bate em mim, urgente. Piroca enche-me, bolas batem no cu. ‘Vais gozar pro teu marido cheirar?’ Ritmo feroz, suor mistura neve. Dedos no clitóris, eu mordo lábio. Orgasmo explode: ‘Fode! Sim!’ Ele enche-me de porra quente, jorros. Trememos. Roupas rápidas. Volta carro, cheiro sexo no ar. Risos nervosos.

A Rotina Impecável e o Segredo que Me Consome

De volta Lisboa domingo. Beijo marido, buceta ainda dolorida, porra seca na pele. Ele: ‘Foi bom o curso?’ ‘Sim, cansativo.’ Banho quente, toco-me lembrando. Trabalho segunda, sorrisos colegas. Ninguém sabe. Pedro manda SMS: ‘Da próxima, na urgência do hospital. Risco maior.’ Culpazinha? Pouca. Excitação? Infinita. Dupla vida: rainha diurna, vadia noturna. O segredo arde, chama mais. Quero mais. Aliança brilha, mas buceta pulsa por ele. Vida dupla… viciante.

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