Ai, só de pensar nisso, o coração ainda acelera. Chamo-me Inês, 36 anos, casada com o Miguel há 12. Ele é engenheiro, eu sou contabilista numa firma grande no Porto. Casa em Matosinhos, fins-de-semana na praia com os miúdos. Vida perfeita, não? Ninguém diria que à noite, no chat, sou outra. Conheci a Maria há meses, uma rapariga de 28, alta, morena, daqueles seios que desafiam a gravidade. É como uma irmã para mim, ouviu-me quando o casamento azedava. Mas a Letícia… ah, a Letícia é fogo puro. 30 anos, loira, corpo atlético, buceta sempre molhada só de me ver online. Tivemos affair virtual que virou real há um mês, fodas rápidas em motéis.
Hoje minto ao Miguel: “Tenho reunião em Lisboa, volto amanhã.” Ele beija-me a testa, confia. Pego no comboio para a estação de Campanhã às 18h. Aliança no dedo, brilhando como um lembrete culpado. Coração a bater forte, e se ele liga? Chego atrasada. Maria lá, num vestido branco meio longo, contra-luz mostra as pernas torneadas. Abraço-a, cheiro a perfume doce, peitos roçando nos meus. “Olá, amor… bem?” Ela sorri: “Bem, e tu?” Digo: “Espero uma amiga, não te importas?” Ela ri: “Claro, vamos animá-la.”
O Segredo que Eu Guardo do Meu Marido
Chega Letícia, olhos safados. Apresento-as. Tensão no ar, mas forço risos. Pizza, vinho tinto, bares. Dançamos, Letícia roça a anca na minha, mão na minha cintura. Maria vê, cora mas sorri. Duas da manhã, cabeça à roda. “Ficas cá, Inês, não conduzes assim”, insiste Maria. Letícia pisca: “Eu fico de guarda.” Vamos para casa dela no centro do Porto. Champagne, jogo: verdade ou ousadia?
Letícia começa: “Maria, quantos namorados tiveste?” Maria ri nervosa. Meu turno: Maria gagueja: “Inês, fecha os olhos, adivinha quem te beija.” Labios macios, língua tímida… Letícia. Prolongo, mão na nuca dela. Depois pergunto a Maria: “Já dormiste com mulher?” “Não… mas pensei nisso.”
O Êxtase Selvagem que Quase Me Destruiu
O jogo vira. Letícia desabotoa o vestido de Maria, beija cada centímetro de pele que surge. Peitos grandes, firmes, mamilos duros. Eu assisto, cona a pulsar. Maria geme baixinho. Letícia despida, peitinhos pequenos, perfeitos. Deitam-se, corpos roçando. Maria tira cueca a Letícia, dedo na fenda molhada, clítoris inchado. “Assim… oh foda-se…” Letícia arqueia. Agora inverte: Maria de pernas abertas, Letícia lambe coxas, sopro quente na cona. Língua no clitóris, círculos lentos. Introduz dedo, depois dois, fode-a devagar. Maria grita: “Não pares! Vou… ahhh!” Orgasmo violento, corpo a tremer.
Não aguento. Tiro a saia, mão na minha cona encharcada. Aliança fria contra a pele quente. Letícia vê, puxa-me: “Vem, Inês.” Beijo Maria, gosto dela nela. Chupo peitinhos dela enquanto Letícia me come com os olhos. Maria ajoelha, lambe minha cona, língua experiente apesar de virgem nisso. Letícia senta na minha cara, molhada, sucos escorrendo. Eu chupo, dedos na dela. Mudamos: eu fodo Letícia com dedos, Maria lambe meu cu. Ritmo louco, urgente – e se o Miguel liga? Orgasmo triplo, gemidos abafados, corpos suados colados. Fodemo-nos horas, línguas, dedos, esfregas de cona em cona.
Acordamos exaustas. Letícia beija-me: “Obrigada pelo sonho.” Maria sorri culpada: “Nunca imaginei…” Arrumo-me rápido, comboio das 7h. Chego a casa, Miguel dorme. Duche, cheiro delas ainda na pele. Ele acorda, beija: “Boa reunião?” Sorrio: “Perfeita.” Dentro, pulso forte. O segredo guardado, a culpa mistura-se com tesão. Amanhã volto ao chat. Quem sabe o próximo risco?