Sou a Inês, tenho 42 anos, casada há 18 com o Miguel. Vida impecável: gerente de marketing, casa arrumadinha nos subúrbios de Lisboa, dois filhos crescidos. Ele é um bom pai, marido carinhoso. Mas… ninguém sabe da minha outra vida. O Vasco, o melhor amigo dele. 44 anos, alto, corpo atlético de quem joga ténis. Conheço-o há 15 anos. Tudo começou há uns meses, num jantar inocente. Um olhar, uma mensagem depois. Agora, é vício. O risco de ser apanhada? Mata-me de medo… e de tesão. A aliança no dedo esquerdo brilha enquanto eu penso na pica dele. Culpa? Um bocadinho. Mas o fogo ganha sempre.
Ontem, mais uma vez. Saí do escritório ao almoço, disse ao Miguel que tinha reunião. Mentira. Mensagem do Vasco: “Hotel Atlântico, quarto 305. Agora.” Coração aos pulos no elevador. Chego, bato devagar. Ele abre, só de calções, sorriso safado. “Inês, minha puta casada.” Puxa-me para dentro, porta bate. Beijo guloso, línguas enroscadas. Mãos dele nas minhas tetas, apertam por cima da blusa. Eu gemo baixo. “Vasco… rápido, tenho de voltar.” Ele ri. “Sabes que adoras o risco.”
A Rotina Perfeita e o Fogo do Segredo
Tira-me a blusa, sutiã voa. Chupa os mamilos duros, morde suave. Eu tremo, buceta já ensopada. Olho a aliança, brilha contra a pele morena dele. “Põe a mão na minha pica”, manda. Desabotoo as calças, pau grosso salta, veias pulsando. Lamba o caralho dele, de joelhos no tapete gasto. Gosto da ponta, chupo as bolas peludas. Ele geme: “Boa, Inês, chupa como a puta que és.” Cabeça para trás, enfio até à garganta. Ele agarra o cabelo, fode a boca. Saliva escorre, misturo com pré-gozo salgado.
O Encontro Explosivo e o Retorno ao Normal
Levanta-me, vira de costas contra a parede. Levanto a saia, calcinha de lado. Dedos dele na buceta molhada, dois de uma vez. “Estás inundada, safada.” Eu: “Fode-me já, porra.” Ele empurra o caralho todo, fundo. Grito abafado, paredes finas. Pistona forte, bolas batem no cu. Tetos balançam livres, suor cola-nos. “Mais rápido, Vasco, gozo…” Ele acelera, mão na boca pra eu não gritar. Orgasmo rasga-me, pernas tremem, esguicho no pau dele. Ele vira-me, de quatro na cama. Enfia de novo, agarra a aliança: “Isto é do teu mariquinhas, mas esta buceta é minha.” Fode selvagem, tapa no cu. Eu: “Sim, tua… enche-me de porra.”
Geme alto, goza dentro, quente jorra. Saio pingando, calcinha volta molhada de porra e sumo meu. Ele beija: “Até à próxima, minha casada.” Visto-me a correr, espelho mostra rosto corado, cabelo despenteado. Desço, táxi para o escritório. Chego, reunião mesmo. Miguel liga: “Tudo bem, amor?” “Perfeito”, minto, sentindo o esperma escorrer na coxa. Noite, jantar em família, eu sorridente. Ele beija-me a testa. Ninguém sabe. Mas eu… sinto o pulsar. Culpa? Pouca. Tesão? Infinito. Amanhã, quem sabe outro risco. Esta dupla vida é o meu vício. Adoro ser a boa esposa… e a puta secreta.