Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Esposa Exemplar e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, um contabilista certinho. De dia, sou secretária numa firma respeitável, aqui na nossa cidade sufocada pelo NOM. Todo mundo me vê como a esposa perfeita: aliança no dedo, saias abaixo do joelho, ‘Louado seja o Único’ na boca. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Há meses que o João nem me toca, e eu? Eu sonho com o proibido. O risco de ser apanhada pela Grande Inquisitrice Khaffka me deixa ensopada.

Ontem, depois do trabalho, disse ao João que ia à missa extra. Mentira. Corri para a estalagem do Khassdro Nomyque. Ele é o meu segredo, um estalajadeiro na casa dos 50, gordo mas com mãos que sabem o que fazem. E o Kham Lott, o mercador itinerante? Ele trouxe os brinquedos que mudaram tudo. Entrei pela porta das traseiras, coração aos pulos. ‘Ana, estás louca?’, pensei. Mas o cheiro a madeira velha e cerveja me excitou logo. Khassdro me puxou para o quarto de cima, onde os assistentes do Kham, a Khâa e o Khar, tinham fugido mais cedo.

A Rotina Falsa e o Chamado do Pecado

‘Eles venderam godemichés na feira, mas a Khaffka quase os apanhou’, sussurrou ele, rindo. Eu tremia. A minha aliança brilhava ao lado da dele, suja de óleo. ‘Rápido, antes que venham os guardas’, disse. A tensão subia: vida de esposa vs. esta luxúria. Meu cu latejava só de pensar no risco.

Ele me atirou na cama, rasgou a saia. ‘Estás molhada, puta devota’, rosnou. Eu gemi: ‘Sim, fode-me como a Kham fodeu a Khâa na tenda’. Pegou o godemiché do Kham – aquele que vibra sozinho, de couro macio com opalas. Lubrificou com óleo de amêndoa, cheiro doce no ar. Eu a quatro patas, cu no ar, coração disparado. ‘Imagina se o Khathé Gorik entra agora’, ri nervosa. Ele enfiou dois dedos no meu cu primeiro, abrindo-me devagar. ‘Relaxa, vadia casada’. O godemiché entrou: grosso, ondulante, vibrando dentro de mim. Gritei baixo: ‘Caralho, é enorme!’. Ele bombeava, o mecanismo fazia-o foder-me sozinho enquanto ele me comia a boceta com a língua.

A Foda Selvagem no Quarto Escondido

Mudei de posição, deitei de costas, pernas abertas. ‘Agora a boceta, Khassdro!’. Ele meteu a pila dura na minha cona ensopada, ao mesmo tempo que o godemiché no cu. Duplo, preenchido todo. ‘Sente o contraste, Ana? Tua aliança no meu pau’. Eu via: metal frio contra pele quente, suor pingando. Bombeava forte, rápido – urgência pura, porta podia abrir a qualquer momento. ‘Goza, puta! Enche-me de porra!’. Ele acelerou, pila inchada, e jorrou: quente, grosso, escorrendo pelas coxas. Eu vim logo, cu apertando o brinquedo, boceta pulsando. Gritos abafados no travesseiro, corpo convulso. Cinco minutos de foda insana, cheiro de sexo no quarto.

Depois, vesti-me a tremer. ‘Vai, volta pro teu maridinho santo’. Beijei-o, saí pela escada de serviço. Rua vazia, mas ouvi passos – o guarda Khache Ô? Corri para casa, cona dolorida, porra a escorrer na cueca. Jantei com o João, sorrindo: ‘Missa boa hoje’. Ele nem notou o rubor. De noite, deito-me ao lado dele, toco-me pensando no godemiché. O segredo me excita mais que a foda. Amanhã? Volto. Esta dupla vida é o meu vício. Louvado seja o Único… ou o caralho que me fode.

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