Confissão: Minha Dupla Vida como Esposa Recatada e Amante Secreta

Sou casada há cinco anos, vivo em Lisboa com o meu marido, engenheiro certinho, e trabalho num escritório de advocacia. Vida perfeita no papel: casa arrumadinha, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas por dentro? Estou a ferver. Adoro o risco, o segredo que me faz o coração bater forte. Ontem à noite, fui a uma festa de uma colega, a Inês, no jardim da casa dela nos subúrbios. Vestido justo, salto alto, maquilhagem impecável. O meu marido achou que era só um copo rápido com as miúdas do trabalho. Mentira. Eu sabia que ela estaria lá.

Chama-se Rita. Colega de outro departamento, morena, atlética, olhos que perfuram. Sentámo-nos juntas à mesa, o vinho tinto a correr, risos fáceis. O meu marido a mandar mensagem: ‘Diverte-te, amor’. Eu a sorrir para o ecrã, enquanto a mão dela roçava o meu joelho por baixo da mesa. Pele arrepiada. ‘Não devias…’, murmurei, mas não afastei. O anel no meu dedo esquerdo contrastava com os dedos dela quentes, subindo devagar pela minha coxa. Coração aos pulos. A festa ao fundo, música alta, gente a dançar. Se alguém olhasse… Meu Deus, a adrenalina. ‘Queres vir comigo?’, sussurrou ela, voz rouca. Hesitei. ‘O meu marido…’. ‘Ele não precisa de saber.’ Levantei-me, pernas bambas, segui-a para dentro da casa, escadas acima, um quarto vazio no primeiro andar. Porta fechada, mas o som da festa ainda se ouvia.

A Rotina Perfeita e o Desejo Proibido

Ela trancou a porta. Beijou-me primeiro, suave, língua a explorar a minha boca como se fosse dela. Gemi baixinho, mãos no cabelo dela. ‘Tira o vestido’, ordenou, voz firme. Obedeci, só de renda preta. Ela despiu-se rápido, corpo perfeito, seios firmes. Puxou-me para a cama, deitou-me de costas. Mãos nos meus seios, apertando os mamilos duros. ‘Que tetas tão boas, casada.’ Lambi os lábios, culpada mas molhada. Desceu, beijou a barriga, coxas. ‘Abre as pernas.’ Abri, cona já encharcada. Dedos dela a separar os lábios, a roçar o clitóris. ‘Estás tão molhada por mim.’ Gemi alto, ‘Shh, vão ouvir’. Mas ela riu, meteu dois dedos dentro, devagar, fodendo-me com ritmo. ‘Gostas, não gostas? Esposa safada.’ Acelerei os quadris, cona a apertar os dedos dela. Ela baixou a cabeça, língua no clitóris, chupando forte. ‘Ah, fode, Rita!’ Pressionei a cabeça dela contra mim, cu a contrair. Gozei tremendo, molhando a boca dela, ondas que não paravam. Ela lambeu tudo, depois subiu, beijou-me com o meu próprio gosto na boca. ‘Agora a minha vez.’ Deitei-a, provei-a pela primeira vez: cona raspada, doce, língua dentro, clitóris inchado. Ela gozou rápido, gemendo o meu nome.

Vestimo-nos às pressas, suor no corpo, cheiro de sexo. Desci sozinha, despedi-me da Inês com um beijo na cara, coração ainda disparado. Voltei para casa de táxi, marido a dormir no sofá. Deitei-me ao lado dele, aliança fria no dedo, cona ainda latejante. Sorri no escuro. Amanhã sou a esposa perfeita outra vez. Mas esta noite? Meu segredo. Esta dupla vida que me vicia, o risco de ser apanhada que me faz querer mais. Já marquei o próximo encontro. Quem diria que eu, a portuguesa recatada, seria assim tão puta no fundo?

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *