Eu sou a Ana, 28 anos, casada há três, secretária numa firma de contabilidade. Vida perfeita: marido amoroso, apartamento novo no último andar de um prédio pequeno em Lisboa. Mas… tenho um segredo que me deixa a pulsar de excitação. O vizinho do lado, o João, tem 46 anos, engenheiro numa empresa de aquecimento. A mulher dele é simpática, mas ele… ai, ele é outro nível. Desde que nos mudámos, ele é todo familiar. Cumprimenta-me com beijos nas bochechas, cada vez mais perto da boca. No elevador, põe a mão na minha anca. Os dedos… não param quietos, acariciam devagar. Sinto o coração aos saltos. Olho para a minha aliança a brilhar e penso no meu marido no trabalho. Mas não digo nada.
Uma manhã, descemos juntos. Ao sair, dá-me uma palmada na bunda. ‘Bom dia, linda! Força no trabalho!’ Fico vermelha, sorrio, o corpo reage. Ele ri, como se fosse normal. Aos poucos, as mãos descem. Pega-me na cintura, pressiona as nádegas. Depois, sobem para os lados dos peitos. Eu? Fico muda. Ele é tão gentil, abre portas, ajuda com sacos. Como recusar? Um dia, no palier, beija-me na boca. ‘Boa noite, Ana.’ Entro em casa a tremer. Conto ao marido à noite, a rir. ‘É só um velho tarado!’ diz ele. Mas eu… eu gostei. O risco, o segredo. Começo a esperar pelo elevador quando ouço a porta dele.
O Início do Meu Segredo Proibido
No elevador, agora é rotina. Mãos diretas nas nádegas, apertam forte. Ou nos peitos, por cima da roupa. Com saias no inverno, ele enfia as mãos dentro da blusa. Se o sutiã estiver solto, apanha um peito inteiro. Sucção rápida nos mamilos antes de parar no sexto andar. Trinta segundos de fogo. Eu resisto menos. Um dia, levanta-me a saia, baixa-me as cuecas num puxão. Saio sem elas, enfio no saco. Chego ao trabalho sem nada por baixo, molhada. No dia seguinte, já vou sem cuecas. Ele descobre, dedos nas nádegas nuas, depois no sexo. Penetram um pouco, eu gemo baixo. ‘Shh, Ana, a tua mulher pode ouvir’, sussurra ele. Mas adoro.
O Encontro Explosivo no Subsolo
Comprei sutiã que abre à frente. Desabotoo a blusa no hall vazio, ele saca os peitos para fora, mama-os vorazmente. Eu? Quase gozo ali. Meses assim, viciada nestes 30 segundos. Mas quero mais. Uma noite, após jantar, aviso-o por mensagem discreta: ‘Vou levar o lixo.’ Desço de robe, nua por baixo. Ele está lá, no subsolo escuro. Sem palavras, abro o robe. Ele vê a cona depilada, molhada de expectativa. Tira o caralho duro, grosso, levanta-me contra a parede. Enfia de uma vez, fundo. ‘Caralho, Ana, estás tão apertadinha!’ Geme. Fodo-o com força, pernas enroladas na cintura dele. O coração bate descompassado, ouço passos no hall? Não importa. Ele bombear rápido, o caralho a pulsar dentro de mim. ‘Vou gozar, puta!’ Diz baixo. Sinto o jato quente, esperma a encher-me a cona. Ele baixa a mão, belisca o clítoris. Gozo forte, tapo a boca para não gritar. Breve, intenso, perfeito.
Subimos no elevador, o esperma escorre pelas coxas. Ele beija-me, ‘Até amanhã, safada.’ Entro em casa, marido ouve: ‘Quem era?’ ‘O João.’ ‘Vai bem?’ Pergunta. ‘Sim… e eu desci de robe, imprudente, hein?’ Rio. ‘E se te violasse?’ Brinca ele. ‘Deixava-me foder com prazer!’, respondo, a rir. Vou à casa de banho, o gozo dele ainda sai, quente, pegajoso. Meu marido dorme, eu deito molhada, a aliança fria no dedo. Amanhã? Vou sem cuecas outra vez. Esta dupla vida… culpa? Pouca. Excitação? Total. O segredo é meu, o risco meu vício.