Eu sou a Ana, 38 anos, advogada em Lisboa. Casada há 15 anos com o João, vida organizada: casa impecável, dois filhos na escola, jantares em família. Na croisière de sonho com ele, tudo perfeito – piscinas, bronzes, jantares românticos. Mas… o João apanhou um mal-estar horrível no início, enjoos que o deixaram na cabine dias a fio. Eu? Saí sozinha, disfarçando como ‘passeio guiado’. O coração batia forte. A aliança no dedo brilhava, mas o pensamento no Rachid… ai, aquele marroquino da equipa que me piscou o olho no pequeno-almoço em Casablanca. ‘Venha ver o verdadeiro Casablanca, discreto’, disse ele. O João, pálido na cama: ‘Vai, amor, diverte-te. Eu fico aqui.’ Mentira pronta: ‘Volto antes do almoço.’
No porto, ele esperava-me com um táxi velho. ‘Vista isto’, entregou-me uma robe longa amarela e lenço. ‘Para não chamar atenção.’ Cobri os cabelos loiros, a pele clara. Parecia uma local. O carro serpenteava ruas caóticas, cheiro a especiarias e suor. Parou numa casa burguesa no centro. Dois tipos nas escadas olharam-me de esguelha. Subimos. Dentro, sala com sofás garridos, ar pesado. Rachid sorriu: ‘A minha casa. O meu patrão quer conhecer-te.’ Esperei o pior, mas era ele o plano. O ‘patrão’ era mentira – ficámos sós. ‘Sabes quem és? A puta do quadro da equipa. Cabine 386, top das safadas.’ Meu Deus, o segredo do navio exposto. Culpa misturada com tesão. ‘O teu marido está doente, não? Tempo para nós.’ O coração martelava. Olhei a aliança, mas as mãos dele já no meu corpo.
A Rotina Impecável e o Desejo que Queima por Dentro
Ele trancou a porta. ‘Tira o lenço, loira.’ Desapertou a robe. Short e t-shirt por baixo – prática. Mas não para lutar. Para foder rápido. Puxou-me para o sofá. ‘Quero essa cona branca.’ Beijou-me com força, barba picando. Mãos grossas apertando os meus seios. ‘Tão macios, puta casada.’ Eu gemi, culpada mas molhada. ‘Rápido, Rachid, antes que me apanhem.’ Ele riu, baixou as calças. Pau grosso, veias saltadas, cabeçona roxa. ‘Chupa.’ Ajoelhei, aliança roçando a coxa dele. Engoli até à garganta, saliva escorrendo. ‘Boa puta.’ Levantou-me, virou-me de costas. ‘Olha para a rua pela janela – imagina o teu marido a passar.’ Calças abaixo, cona exposta. Ele cuspiu na mão, esfregou. Entrou de rompante. ‘Caralho, que apertada!’ Bombeava forte, couro contra couro. Eu mordia o lábio, coração na boca. ‘Mais, fode-me!’ Ele batia, mão na boca para não gritar. ‘Vais gozar na minha pica.’ Dedos no clítoris, roçando. O risco – vozes na rua, porta a bater. Gozei tremendo, cona apertando-o. Ele grunhiu, encheu-me de porra quente. ‘Leva o meu esperma para o marido.’ Limpei rápido, vista turva de prazer.
Voltei ao barco a correr, robe amarrotada. Detetor apitou – mas passei. João na cabine: ‘Tudo bem, amor?’ Sorri, beijei-o. ‘Perfeito passeio.’ Senti a porra escorrer na cueca. Adrenalina pura. Noite, deitada ao lado dele, revivi: o pau dele na minha cona casada, o medo de ser vista. Culpa? Pouca. Excitação total. Minha dupla vida – senhora de dia, puta secreta de noite. O segredo queima, faz-me viva. Quero mais.