Sou a Ana, 36 anos, casada há 10 com o João, um tipo fixe, engenheiro. Trabalho como advogada em Lisboa, dias cheios de reuniões, clientes, papéis. Vida impecável, casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família. Mas… há um ano, por curiosidade, entrei num clube de strip masculino no Bairro Alto. Bebidas, homens a dançarem nus, corpos suados. Meu coração disparou. Paguei uma dança privada, tímida, mas saí molhada, pensando nisso no hotel sozinha, dedos na cona, imaginando mais.
Nada mudou na superfície. João me fode bem, mas repenso naquilo em segredo. Viagens de trabalho dão desculpa. Há duas semanas, menti: ‘reunião tardia’. Fui. Coração aos pulos no táxi, aliança brilhando no dedo, mas a calcinha já úmida. Clube cheio, umas 30 pessoas, mais real, menos julgamento. Sentei-me, cerveja na mão, olhos na cena. Dançarinos atléticos, um loiro jovem, imberbe, jeans justos, sorriso safado. Ele veio à mesa, conversámos. ‘Casada? A maioria é assim’, disse ele, rindo. Sem pressão, só papo. Gostei.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido
Ele subiu ao palco. Olhos nos meus. Dança lenta, sensual, jeans a descer, rabo firme exposto. Senti o ciúme: ‘Ele é meu’. Sinalizou-me. Levantei-me, pernas a tremer, 20 euros na boca. Mas ele parou-me, pegou na mão, levou-me ao centro. ‘Relaxa, deixa-te levar’, sussurrou. Sentou-me numa cadeira, dançou à volta, peito roçando o meu, cheiro fresco de suor e loção. Mãos dele nas minhas, guiando para o torso liso, mamilos duros. Público aplaude, eu? Bandida dura na saia.
Desceu o jeans, rabo ao pé do meu rosto, perfeito, bronzeado natural, duvete loiro. Sentou-se nos meus joelhos, caralho semi-duro roçando pelas coxas, jeans nos tornozelos. Movia-se, fodia o ar contra mim. Pegou nas minhas mãos, uma na anca, outra… para baixo. Dedos no ventre, depois dentro, toco o pau dele, quente, grosso, cabeçola úmida. ‘Toca-me, Ana’, murmurou. Abri a mão, acaricio bolas macias, imberbes, pau endurecendo na minha palma. Ele geme baixo, público grita. Baixa tudo, nu, pau ao lado da minha mão, tenso, pré-gozo a pingar. Levanta as minhas mãos, mostra-se todo, aplausos. Beijo na cara, desço rubra, ereção dele visível, a minha cona latejando.
O Êxtase na Cena e no Privado
Cinco minutos depois, ele volta: ‘Dança privada?’. Pago, alcôva escura. Porta mal fechada, urgência. ‘Quero-te agora’, diz. Puxa a saia, rasga a renda, dedos na cona ensopada. ‘Molhada por mim?’. ‘Sim, fode-me rápido, tenho de ir pra casa’. Ele me vira, contra a parede, pauzão na entrada. Entra num golpe, fundo, estica-me toda. ‘Caralho, que cona apertada’. Bombo forte, mão na boca pra não gritar, outra no meu clitóris. Sinto o cheiro dele, suor misturado, aliança fria contra a pele quente dele. Gozo primeiro, tremendo, ele dentro, jatos quentes a encher-me. ‘Segredo nosso’, pisca.
Saio, perna bamba, sémen a escorrer na coxa, disfarço no táxi. Chego, João dorme. Duche rápida, mas guardo o cheiro na memória. Deito-me ao lado dele, cona ainda sensível, sorriso culpado. Amanhã, mais uma casada perfeita. Mas o risco… ai, o risco me excita tanto. Volto? Claro. Doble vida, puro fogo.