Sou a Ana, 32 anos, casada há oito com o João, gerente de uma loja de roupa num centro comercial em Lisboa. Vida perfeita: casa impecável, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas ninguém sabe da minha outra cara. Online, sou ‘portuguesa_safada’, troco mails quentes com gajos que me deixam a cona a pulsar. Hoje de manhã, no intervalo do trabalho, li um texto do meu contacto favorito. Uma mulher oferecida num hotel, palmadas no cu, línguas por todo o lado. Fiquei molhada na hora, ventre a queimar, imaginando-me ali. Mas tinha de me controlar. O João almoça em casa, eu disse que tinha reunião. Na verdade, ia buscar o Bruno à estação. Encontrámo-nos no site de encontros, ele moreno, olhos safos, sabe que as mulheres caem aos pés dele. Prometeu vir de comboio, rápido, só para um ‘almoço’. Coração aos saltos quando o vi no parking. Ele sorri, eu abro a porta do carro. Quatro beijos demorados, cheiro dele a misturar-se com o meu perfume. ‘Estás ainda mais gostosa ao vivo’, diz baixo. Eu rio nervosa, arranco. Aliança fria no volante, mas pernas a tremer de desejo.
No snack, mal tocamos na comida. Conversa banal vira logo para sexo. ‘O que queres mesmo?’, pergunto, mordendo o lábio. ‘Provar essa boca e essa cona’, responde directo, olhos no meu decote. Sinto o calor subir, cueca encharcada. ‘Não podemos demorar, o meu marido…’, começo, mas ele ri. ‘Então vamos à tua loja.’ No caminho, mão dele na minha coxa, subindo devagar. Paro no parking da loja, entramos. Clientes por ali, vitrine aberta. Levo-o para a arrecadação atrás da divisória fina. Espaço apertado, caixas por todo o lado, cheiro a tecido novo. ‘Rápido, se ouves alguém…’, sussurro, culpada mas excitada pra caralho. Ele não espera: agarra-me pela cintura, mão nos cabelos, beijo violento. Língua dele na minha boca, dura como a pica que sinto contra a barriga. ‘Quero-te agora’, rosna. Coração explode, ouço vozes lá fora. Baixa-me as calças pretas num segundo, string de renda de lado. Ajoelho-me? Não, ele empurra-me para a mesa. Sento, pernas abertas, cona exposta. Ele agacha, língua directa no clitóris. ‘Oh porra…’, gemo baixo, mão na boca. Lambe voraz, dentes leves, dedos a entrar devagar, depois fundo. Molho toda, sucos a escorrer. Passos no loja? Retenho o grito, arqueio as costas. Acelera, chupa o botão inchado, dois dedos a foder-me. Gozo violento, corpo a tremer, visão turva. ‘Deliciosa’, diz ele, limpando a boca, pau duro a saltar do fato.
O Segredo que Me Consome
Agora sou eu. Ajoelho no chão frio, desabotoo-o. Pica grossa, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Olho-o nos olhos, engulo até à garganta. ‘Assim, safada?’, geme ele, mãos nos meus caracóis. Chupo forte, língua na glande, bolas nas mãos, apertando suave. Ele fode a minha boca devagar, cu apertado de prazer. ‘Vou gozar…’, avisa. Não paro, acelero, aspire. Primeira jato quente na garganta, engulo tudo, segunda, terceira. Ele treme, olhos fechados. Sabão salgado dele na boca, excitante.
Levanto-me rápido, subo calças, ajeito cabelo. Ele veste-se, beijo rápido com gosto de nós os dois. ‘Volta em breve’, sussurro. Ele sai pela porta das traseiras, eu volto à loja como se nada. Sorriso para a cliente: ‘Posso ajudar?’ Coração ainda aos pulos, cona sensível a roçar nas cuecas, aliança a pesar no dedo molhado. O João liga: ‘Chegas cedo hoje?’ ‘Sim, amor, tudo normal.’ Desligo, sorrio sozinha. Este segredo é o meu vício, o risco de ser apanhada faz-me querer mais. Dupla vida? Adoro ser a puta escondida da casada perfeita.