Eu sou a Helena, greffária na prisão, casada há 15 anos com o Martinho, vida toda regrada. Profissional impecável, chego a casa sempre no horário, janto com ele, faço amor de rotina. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que acelera o coração. Ontem, no centro comercial, empurrava o carrinho de compras quando sinto um olhar. Viro-me e é ele: o Álvaro, aquele que libertei há semanas por erro judicial. ‘Helena! Obrigado por tudo, sem si ainda estava preso.’ Sorri, olhos azuis fixos nos meus. Conversamos na fila da caixa, ele insiste num copo. ‘Só um obrigado rápido.’ Meu Deus, o anel no dedo pesa, mas o corpo treme. Deixo as compras no carro e sigo-o. ‘Vem ao meu apartamento, é perto.’ Hesito, coração aos pulos. ‘Tenho de voltar cedo, o Martinho espera.’ Mas entro no carro dele, pernas bambas.
Chegamos ao prédio degradado, miúdos na rua gritam ‘Ei Álvaro, trouxeste a tua sorte?’. Ele ri, dá-lhes rebuçados para vigiarem os carros. Subimos no elevador fedorento, quarto andar. Abre a porta, casa limpa, surpreendente. ‘Vodka-orange? Pizza?’ Aceito, sentamo-nos. Falamos do trabalho dele, vendedor de lingerie. Mostra fotos no telemóvel, conjuntos sexy. ‘Experimenta um, fico-te a dever.’ Rimos, bebo mais. Mãos dele tocam meu braço, eletricidade. ‘Helena, és linda, alma e corpo.’ Beijamo-nos, urgência louca. ‘Não posso demorar, marido espera.’ Ele puxa-me para o quarto, rasga a blusa. ‘Fodo-te agora, rápido e forte.’ Deito-me na cama, anel brilhando contra a pele dele. Ele baixa as calças, caralho duro, grosso, veias saltadas. ‘Olha esta cona molhada por mim.’ Lambe-me, língua no clitóris, chupo os dedos dele. ‘Mete já, Álvaro!’
O Encontro que Acendeu o Fogo Proibido
Empurra o caralho todo, de uma vez, sinto-o rasgar-me, preencher. ‘Porra, que apertada, casada mas gulosa.’ Fodo com força, cama range, eu gemo alto, unhas nas costas dele. ‘Mais rápido, antes que chegue tarde!’ Ele vira-me de quatro, mete fundo, bolas batem na minha bundinha. ‘Sentes o risco? Imagina o teu marido a saber.’ Acelero o coração, adrenalina pura, cona a pulsar. Ele agarra meus cabelos, fode como animal. ‘Vou gozar dentro, enche-te de porra.’ Eu venho primeiro, pernas tremem, grito ‘Sim, fode-me, traidor!’ Ele explode, jorra quente, escorre pelas coxas. Limpamo-nos às pressas, suor, cheiro de sexo no ar. ‘Foi brutal, Helena. Volta quando quiseres.’ Beijo rápido, saio a voar.
No carro, mãos no volante tremem, anel frio contra pele quente. Chego a casa, Martinho sorri ‘Onde demoraste?’. ‘Compras, trânsito.’ Janto, faço amor com ele, mas penso no caralho do Álvaro. Noite inteira excitada, segredo guardado, dupla vida. Sinto culpa? Pouca. Mais o frisson… ai, o frisson de ser a senhora certinha que se fode em segredo. Amanhã? Quem sabe volto ao centro comercial. O risco chama-me.