A Minha Dupla Vida: Casada, Profissional e Viciada em Foder às Escondidas

Chamo-me Ana, tenho 38 anos, casada há 15 com o João. De dia, sou gerente num banco em Lisboa, blusas impecáveis, saias justas, sorriso profissional. A aliança no dedo brilha sob as luzes fluorescentes do escritório. Ninguém suspeita. Mas por dentro… Meu Deus, o fogo que me queima. Gerencio em segredo um site de histórias eróticas, daqueles cheios de confissões sujas. Leio tudo, comento, publico. E há o Pedro, o autor que me enlouquece. Escreve sobre foder com urgência, riscos, segredos. Há meses trocamos mensagens. ‘Quero-te agora’, diz ele. Eu respondo: ‘Não posso, o marido espera.’ Mas o coração acelera, a cona fica molhada só de imaginar.

Hoje foi igual. Saí do banco às 18h, disse ao João que ia ao ginásio. Mentira. Mandei SMS ao Pedro: ‘Motel das Flores, quarto 12, 10 minutos.’ Dirigi com as mãos a tremer no volante. Olhei para a aliança – fria, pesada – e pensei no risco. Se o João ligasse? Se alguém me visse? Adrenalina pura. Estacionei, subi as escadas aos tropeções, o salto ecoando. Bati à porta. Ele abriu, olhos famintos. ‘Ana, finalmente.’ Puxou-me para dentro, porta bateu. Beijámo-nos como animais. Línguas enredadas, saliva misturada, mãos por todo o lado.

O Segredo que Me Consome Todos os Dias

Não perdemos tempo. Ele rasgou a blusa, mamilos duros saltaram. ‘Estás tão molhada’, murmurou, mão dentro das cuecas. Dedos na cona encharcada, dois de uma vez, bombeando. Gemi alto: ‘Fode-me, Pedro, rápido!’ Tirei a saia, ele baixou as calças. O caralho dele, grosso, latejante, apontado para mim. Empurrei-o para a cama, montei em cima. Desci devagar, sentindo cada centímetro a abrir-me. ‘Porra, que apertada’, grunhiu ele, mãos nas minhas nádegas. Comecei a cavalgar, forte, rítmico. Peitos a balançar, suor a escorrer. O quarto cheirava a sexo, a proibido. Virei de quatro, urgente. ‘Vem, mete tudo!’ Ele obedeceu, pilha atrás, caralho a entrar até ao fundo. Pancadas secas, bolas a bater na cona. ‘Mais forte! Vou gozar!’ Gritei, corpo a tremer, cona a apertar o pau dele. Ele acelerou, ‘Toma, puta casada!’, e gozou dentro, jatos quentes a encher-me. Caí na cama, ofegante, cona a pingar porra.

Cinco minutos depois, vesti-me a correr. Beijo rápido, ‘Amanhã de novo?’. ‘Sim, mas cuidado.’ Saí, pernas bambas, maquilhagem borrada. No carro, limpei o batom, pus perfume para disfarçar o cheiro de macho. Liguei ao João: ‘Chego já, amor.’ Ele: ‘Jantar pronto.’ Entrei em casa, sorrindo. Ele beijou-me, nada notou. Mas eu… Eu sentia a porra a escorrer nas cuecas, o coração ainda disparado. Deitei-me na cama ao lado dele, fingindo sono. Dentro de mim, o segredo arde. Sou a mulher perfeita, mas também a vadia que adora o risco. Amanhã, mais uma história para o site. A minha, talvez. O tesão não para. Nunca.

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