Eu sou a Maria, casada com o Afonso há cinco anos. Vida perfeita na nossa quinta no Alentejo. Eu gerencio a produção de carnes exóticas, ele está no serviço militar, a treinar para oficial. Temos planos: casar na igreja, filhos, tudo certinho. Mas… ai, o meu sogro, o João, o ‘Flores’, ex-militar das colónias africanas. Ele comprou esta quinta há anos, salvou-me de um mau negócio. Forte, mãos calejadas, olhar que me desarma. De dia, sou a nora dedicada, ajudo na lida, sorrio para todos. Mas à noite, penso nele. O coração acelera quando ele aparece para ‘ver as coisas’. Ontem, o Afonso ligou: permissão curta, volta só na próxima semana. E o João veio com legumes frescos. ‘Para a janta, Maria.’ A voz rouca, o cheiro de homem suado da horta. Eu, de aliança no dedo, sinto a cona humedecer. ‘Obrigada, sogro.’ Ele sorri, sabe. A tensão cresce. Eu devia resistir, mas adoro este risco. Se o Afonso soubesse… Meu Deus, mas é isso que me excita. Ele fica até tarde, ‘ajudando’. Eu digo: ‘Vou tomar sol no pátio dos fundos.’ Sozinha, tiro a roupa, fico nua ao sol quente. Ouço passos. Ele surge, calças apertadas, o caralho já duro a marcar. Não me cubro. Olho fixo nele. ‘Gostas do que vês, Flores?’ Ele ri baixo. ‘Sempre sonhei com esta carne jovem, Maria.’ O coração bate como um tambor. A aliança brilha no meu dedo, contrastando com a mão dele na minha coxa. Urgência pura.
Não aguento mais. ‘Tira isso, vem.’ Ele despacha as calças, o pau nodoso, veiado, grosso como um cepo. Cheira a macho, suor do dia. Eu abro as pernas no chão quente. ‘Lambe-me primeiro.’ Ele ajoelha, língua gulosa na minha cona molhada. Chupa o clitóris inchado, dedos dentro, fodendo devagar. ‘Estás encharcada, puta.’ Gemo, ‘Sim, para ti.’ Vem um mini-orgasmo, tremo toda. Agora quero provar. Pego no caralho dele, enfio na boca. Sabe forte, salgado. Chupo o glande, engulo até à garganta. Ele geme, ‘Para, senão gozo já.’ Levanto-me, viro de quatro. ‘Fode-me agora, rápido, antes que alguém veja.’ Ele entra de rompante, fundo, estica-me toda. ‘Caralho, que cona apertada.’ Piocha forte, bolas batendo no meu cu. Eu empurro para trás, ‘Mais, rasga-me.’ O risco: portão aberto, trabalhadores perto. Cada estocada, penso no Afonso, na família. Gozo primeiro, grito abafado, cona a pulsar no pau dele. Ele acelera, ‘Vou encher-te.’ ‘Sim, dá-me o leite.’ Goza jatos quentes dentro, transborda. Ficamos ofegantes, suados. Ele sai, porra escorrendo pela perna. Eu lambo o pau dele limpo, engulo o resto. ‘Delícia.’ Ele ri, ‘Mais amanhã?’
A Rotina Perfeita e o Desejo Escondido
Visto-me depressa, volto à cozinha como se nada. Lavo a cara, dentes, disfarço o cheiro. O João vai embora, pisca olho. De noite, deito sozinha, toco-me lembrando. Amanhã mais? O Afonso liga, ‘Amo-te, Maria.’ ‘Eu também, querido.’ Sorrio, cona ainda latejante. Esta dupla vida… culpada? Um pouco. Mas excitada? Imensamente. O segredo arde, o risco vicia. Sou a esposa perfeita de dia, a puta do sogro à socapa. E adoro. Quem sabe o que vem a seguir, com o Afonso de volta. Mas por agora, este fogo é meu.