A Minha Dupla Vida: O Pintor que Me Fodeu no Atelier Secreto

Sou a Ana, casada há dez anos com o João, advogada num escritório chique no Chiado. Vida perfeita: casa em Alcântara, aliança no dedo, jantares de família. Mas por dentro? Arde. Adoro o risco, o segredo que me molha entre as pernas. Ontem, voltei cedo do trabalho. A mãe estava em casa, disse que se sentia mal. Preocupada, abro a porta devagar. Gemidos. Do sofá da sala. Paro. Coração aos saltos. Empurro a porta. Lá está ela, nua, a montar um tipo jovem, o cu dela subindo e descendo naquela pila dura. Ele mama-lhe a teta como um bebé faminto. Não me viram. Saio aos bicos dos pés, fecho a porta. Ria ou chorava? A minha mãe, a santa, a foder como uma puta.

Perdida nos pensamentos, caminho pelo Bairro Alto. Cabeça baixa, esbarro num gajo. ‘Ei, miúda, distraída hein? Quase me derrubas.’ Levanto os olhos. Paulo, uns 50 anos, robusto, olhos azuis escuros, cabelo curto grisalho. Pintor, diz. ‘Desculpa, senhor.’ Sorri. ‘Para perdoar, toma um copo comigo.’ Não resisti. No ‘Mãe d’Água’, vinho branco fresco. Falamos. ‘Vem ao meu atelier, posa para mim. Pago bem.’ Hesito. A aliança brilha no meu dedo. Mas enfio o cartão dele no sutiã, rindo. O peito acelera. Sinto-me viva.

O Segredo da Mãe e a Tentação na Rua

Hoje, missão cumprida na Gare do Oriente – uma carta secreta para um contacto, risco com polícias por todo o lado. Enfiei o tubo no cu, lubrificado, imperceptível. Deu tudo certo. Adrenalina a ferver. Volto a pé, o cartão queima-me o peito. Porque não? Rua próxima. Bato à porta do atelier B10. ‘Entra, beleza.’ Caos de telas, cheiro a óleo e tinta, luz por todo o lado. Sacré-Cœur? Não, Lisboa vista do Tejo. Ele surpreso, mas feliz. ‘Sabia que vinhas.’ Água fresca. Sento-me num banco sujo. Coração bate forte. ‘Porquê aqui?’ ‘Não sei… talvez para posar.’ Menti. Olhos nos olhos. Tensão. ‘Tira a blusa, deixa-me ver-te.’

A Foda Rápida e o Regresso a Casa

Não pensei. Desabotoo. Soutien-gé descido, mamas ao ar. Ele aproxima-se, mãos ásperas de pintor nos meus peitos. ‘Que delícia.’ Beija-me o pescoço, língua quente. Eu gemo baixo. ‘Estou casada.’ Ele ri. ‘Melhor, o risco.’ Puxa-me a saia, cuecas de lado. Dedos na minha cona já encharcada. ‘Molhada como uma puta.’ Sim. Ajoelho-me. Pilo dele grossa, veias saltadas. Chupo, engulo até à garganta. Ele geme. ‘Caralho, Ana.’ Levanta-me, vira-me contra a mesa. Espeta-me de repente. ‘Ahhh!’ Enche-me toda, bolas a bater no cu. Fodo para trás, urgente. ‘Mais forte, fode-me!’ Ele agarra a aliança, lambe o dedo. ‘O teu marido não sabe disto.’ Ritmo louco, suado. Sinto o orgasmo subir. ‘Vou gozar!’ Ele acelera, grunhe. Jorra dentro, quente, a encher-me. Trememos juntos. Rápido, cinco minutos. Perfeito.

Visto-me a tremer. ‘Volta, puta secreta.’ Sorri. Saio, pernas bambas, porra a escorrer. Corro para casa. João chega em breve. Banho quente, cheiro a sabão cobre tudo. Janto normal, beijo no rosto. Mas no meu cu, o segredo pulsa. Amanhã? Mais risco. Adoro esta duplicidade. Culpada? Pouco. Excitada? Demais. A minha cona já quer mais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *