Eu sou Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, um homem estável, engenheiro. De dia, sou advogada em um escritório chique no centro de Lisboa. Vida perfeita: casa em Alfama, dois filhos na escola, aliança de ouro brilhando no dedo. Mas… eu tenho um segredo. Um fogo que queima por dentro. Adoro o risco, o coração acelerado, a culpa misturada com tesão insano. Hoje, saí do cinema sozinha. Vi um filme erótico disfarçado de drama histórico. Imagens de mulheres submissas, orgias antigas, me deixaram encharcada. A brisa quente na praça roçava minha saia curta, sem calcinha por baixo. Meu coração batia forte. Olhei a aliança. ‘O que eu tô fazendo?’, pensei. Mas mandei mensagem pro Paulo, meu amante há meses. Ele é personal trainer, corpo de deus grego, pau enorme. ‘Tô no cinema. Preciso de você agora. 20 min no estacionamento atrás.’ Ele respondeu: ‘Vou com o amigo. Dupla pra te foder direito.’ Hesitei. Dois? Meu marido em casa cozinhando… Mas o tesão venceu. ‘Vem logo.’
Cheguei no estacionamento escuro, carro alugado pra disfarçar. Eles tavam lá, Paulo e o Marco, ambos sem camisa, calças justas marcando as ereções. Meu pulso acelerou. ‘Entra no banco de trás’, disse Paulo, voz rouca. Entrei, saia arriada, pernas abertas. A aliança reluzia sob a luz fraca. Paulo sentou do lado, Marco dirigia pra um canto isolado. ‘Tira isso’, ele mandou, apontando a blusa. Eu obedeci, seios livres, mamilos duros. Paulo chupou um, mordendo leve. ‘Delícia de puta casada.’ Senti culpa, mas gemi. Marco estacionou, virou pra trás. ‘Mostra essa cona molhada.’ Abri mais as pernas, dedos abrindo os lábios. Eles riram. ‘Vai Paulo, come ela primeiro.’ Ele baixou a calça, pauzão saltou, 20cm grossos. Segurei com a mão da aliança, contraste me matava de tesão. Chupei guloso, saliva escorrendo, bolas na boca. Marco meteu a mão, dois dedos na minha bunda. ‘Tá pronta pro cu?’ Arqueei. ‘Fode minha boca enquanto ele me abre.’ Paulo enfiou no fundo da garganta, me engasgando. Marco cuspiu no meu cu, dedo girando. ‘Que cuzinho apertado pra uma senhora respeitável.’ Tirei o pau da boca: ‘Me fode agora, rápido, antes de eu ir pra casa.’ Paulo me virou de quatro no banco estreito. Pau na cona, uma estocada só, fundo. Gritei. Ele bombava forte, couro batendo na pele. ‘Tá gostando de trair o corno?’ ‘Sim… fode mais!’ Marco enfiou na boca, dupla penetração oral-vaginal. Meu coração explodia, risco de carro passando… Orgásmo veio, esguichei no banco. ‘Agora o cu’, implorei. Paulo saiu, mirou a bunda. Cabeça entrou devagar, dor gostosa. ‘Relaxa puta.’ Todo entrou, me rasgando. Marco gozou na minha cara, esperma quente escorrendo. Paulo acelerou, me fodeu no cu como animal, até encher de porra. Saí pingando, roupa amassada.
A Rotina Impecável e a Tentação Irresistível
Dirigi pra casa, cheiro de sexo no ar, porra secando na pele. Cheguei, João: ‘Filme bom?’ Sorri, beijei ele. ‘Adorei.’ Jantei, filhos dormindo, deitei. Dedos na cona suja, revivendo. Amanhã, mais um dia de boa esposa. Mas o segredo… ai, o segredo me faz viva. Já quero mais. Quem sabe amanhã?