A Minha Confissão: O Caso Proibido nas Escadas do Escritório

Sou a Ana, 48 anos, casada há 20 com o meu marido, o director-geral da nossa empresa de construção. Em público, sou a mulher perfeita: elegante, dedicada, sempre a sorrir nos jantares com clientes. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz o coração bater forte. Há seis semanas que isto começou. Tudo por causa do Pedro, um funcionário novo, magro mas com uma picha que não perdoa.

Era uma sexta-feira, 17h, o escritório quase vazio. Subi as escadas para o meu gabinete, a saia preta colada ao rabo grande que ondulava a cada degrau. Senti os olhos dele atrás de mim. Parei no patamar, virei-me. Ele estava vermelho, a calça tensa com a erecção evidente. Ri-me, nervosa. ‘É por minha causa?’, perguntei, mordendo o lábio. Ele gaguejou. Peguei-lhe na mão, coração aos saltos. ‘Vem, não te posso deixar assim.’ Levei-o para o gabinete da patroa – que estava em viagem –, fechei a porta.

O Segredo que Nasceu nas Escadas

Olhei para a minha aliança a brilhar enquanto desfazia o cinto dele. A picha saltou, dura, elegante, não enorme mas perfeita. ‘Diz-me o que te provocou isto’, murmurei, ajoelhando-me. Ele confessou: ‘O teu rabo… aquelas curvas… quis-te ali mesmo, contra a parede, rasgar a saia e meter-te.’ Afastei a pele, lambi o méat, saboreando o pré-gozo salgado. Chupei com força, a boca a deslizar, os tomates na mão. Ele gemia baixo, ‘Ana… a tua boca é fogo’. Sentia-me culpada – o marido em casa –, mas molhada, a cona a pulsar.

O Foda Rápido e o Regresso à Vida Normal

Não o deixei gozar na boca. Levantei-me, apoiei o rabo no bureau, levantei a saia, baixei as cuecas de algodão. A minha cona poiso-e-sal brilhava de tesão. ‘Vem, Pedro, fode-me depressa, antes que alguém venha.’ Ele agarrou-me as ancas, enfiou a picha de uma vez, quente, dura. ‘Que cona apertada, Ana!’, grunhiu, bombando forte. Eu abafava os gemidos, as tetas a saltar sob a blusa, o coração a martelar. Ele apertava-me o cu, os dedos a roçar o cu. ‘Quero-te no cu um dia’, disse. Gozei primeiro, as pernas a tremer, a cona a apertar-lhe a picha. Ele veio logo, jatos quentes dentro de mim, gemendo o meu nome.

Rapidamente, limpámo-nos. Ele saiu primeiro, eu arrumei a saia, chequei o cabelo no espelho. Saí, desci as escadas com as pernas moles, o esperma a escorrer devagar. Em casa, o marido esperava o jantar. Sorri, beijei-o na face, a aliança fria contra a pele dele. Cozinhei, conversei do dia, mas por dentro… o frisson. Ninguém sabe, mas eu sei. Amanhã volto ao escritório, vida rangée, mas com o segredo a queimar. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Quero mais risco, mais Pedro, mais esta dupla vida que me faz viva.

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