Sou a Ana, 38 anos, advogada em Lisboa. Casada com o Pedro há 15 anos, dois filhos, casa impecável nos subúrbios. Vida perfeita, não? Ele acha que vim ao Algarve sozinha para ‘descomprimir’ do trabalho. Mentira. Preciso do ar do mar, sim, mas também do risco. Aluguei uma casinha isolada nas falésias, longe do aldeia. Chego em novembro, tempo fresco, ondas a rebentar. Saio a passear, vento no cabelo, saia esvoaçante. Vejo uma silhueta à frente, homem alto, casaco escuro. O coração acelera. Sigo-o com os olhos, como um íman. Ele some. Chove. Corro para casa, molhada, coração aos pulos.
Entro, acendo a lareira. Tiro a roupa encharcada. Fico nua, só com a aliança a brilhar no dedo. Penso nele. Sento-me no sofá, pernas abertas. Toquei-me devagar, dedos na cona molhada. Imagino as mãos dele, ásperas. Gozei rápido, gemendo baixo. Não vi que ele me espiava pela janela, escondido na chuva. Culpa? Pouca. Excitação pura. Amanhã, volto às falésias. Espero vê-lo.
A Rotina Perfeita e a Tentação nas Falésias
Sol sai. Desço à praia escondida, pedras roladas. Ele está lá. Olhos se cruzam. ‘Olá’, diz ele, Rui, lisboeta de férias. Conversamos. Ele nota a minha marcha hesitante – joelho ruim de velha lesão. Ajuda-me na subida. Mãos fortes. Sinto o pau dele roçar. ‘Vens ao meu hotel? Chocolate quente?’, pergunta. Digo sim. Coração bate forte. E se o Pedro ligar? Foda-se.
No quarto dele, cheiro a mar e umidade. Fechamos a porta. ‘Ontem… vieste-me espiar?’, pergunto, voz trémula. Ele cora, mas sorri. ‘Não resisti. Eras tão… selvagem.’ Puxo-o para mim. Beijamo-nos com fome. Tiro-lhe a camisola, lambo o peito. Ele agarra os meus seios, aperta os mamilos duros. ‘Quero foder-te agora’, rosna. Rasga-me as cuecas. Deito-me na cama, pernas abertas. Ele enfia dois dedos na cona encharcada. ‘Estás pingando, puta casada.’ Sim, a aliança brilha enquanto ele me come os dedos. Chupo o caralho dele, grosso, veias saltadas. Engasgo-me, saliva escorrendo.
O Encontro Explosivo e o Prazer do Segredo
Ele vira-me de quatro. Enfia o caralho todo, fundo. ‘Ahhh, fode-me forte!’, grito. Pancadas rápidas, bolas a bater no cu. Suor, cheiro de sexo. Puxa o cabelo, morde o pescoço. ‘Imagina se o teu homem soubesse.’ Gozo primeiro, cona a apertar, jatos quentes. Ele enche-me de porra, gemendo. Caímos exaustos, corpos colados. Rápido, urgente. Tínhamos de acabar antes do anoitecer.
Saio do hotel, pernas bambas, porra a escorrer coxa abaixo. Visto a saia, disfarço. Chego à minha casa, lavo-me depressa. Pedro liga: ‘Como estás, amor?’ ‘Bem, a pensar em ti.’ Minto, sorrindo. Janto com ele por videochamada, aliança no dedo, cona ainda latejante. O segredo queima. Amanhã, volto ao trabalho em Lisboa. Mas já planeio a próxima fuga. Esta dupla vida… vicia. O risco de ser apanhada? É o que me faz gozar mais forte. Quero mais.