Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 12 anos. Advogada num escritório chique em Lisboa, vida impecável: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família, yoga aos sábados. Ele é o marido perfeito, carinhoso, faz-me rir, cuida de mim. Mas… ai, mas há o Miguel. Colega de trabalho, 42 anos, daqueles machos altos, barba por fazer, olhar que me desmonta. Começou há meses, um beijo no elevador depois de umas copas. Desde então, é o meu segredo sujo. Adoro o adrenaline, o coração aos pulos, o medo de o João descobrir. Hoje, mais uma vez. Mandei mensagem: ‘Estacionamento, 18h. Rápido.’ Ele respondeu: ‘Vou foder-te até implorares.’ Senti a cona a pulsar só de ler. No trabalho, finjo sorrisos, aperto a mão de clientes, mas por dentro… fogo. Olho para a aliança no dedo, brilha inocente, e penso: ‘Ele confia em mim, coitada.’ Saio do escritório, pernas a tremer. O carro dele já lá está, vidros escuros. Entro no banco de trás, fecho a porta. ‘Rápido, tenho de ir para casa fazer o jantar’, digo, voz rouca. Ele ri: ‘Vadia casada, sempre com pressa.’ Beija-me com força, mãos nos meus seios por cima da blusa. Desabotoa, mama para fora, chupa o mamilo duro. ‘Estás molhada, safada?’, pergunta, mão na saia, direto na cueca. ‘Molhada? Eu estou ensopada por ti’, gemo. Ele ri, baixa a minha cueca, dois dedos na cona. ‘Caralho, que melga.’ Eu abro as pernas, coração explode. ‘Chupa-me primeiro.’ Ele mergulha, língua na clitoris, lambe voraz. Sinto o coração na garganta, olho pelo vidro – e se alguém passa? A aliança roça na cabeça dele enquanto o empurro mais fundo. ‘Assim, puto, lambe a cona da casada.’ Grito baixo quando gozo, corpo arqueado, sumo a escorrer. Ele levanta-se, caralho fora das calças, grosso, veias saltadas, cabeça roxa. ‘Chupa-o, Ana.’ Agacho-me, engulo devagar, saliva a pingar. ‘Gostas do pau do amante, hein? Melhor que o do teu mariquinhas?’ Aceno, chupo forte, bolas na mão. Ele geme: ‘Para, senão gozo na tua boca.’ Levanto-me, viro de costas, saia subida, rabo ao ar. ‘Fode-me agora, rápido.’ Ele agarra os meus quadris, caralho na entrada da cona, empurra tudo. ‘Ahhh, caralho, que apertadinha!’ Sinto-o a rasgar-me, bolas a bater nas coxas, mão na boca para não gritar. ‘Mais forte, fode a puta casada!’ Ele acelera, pica-me sem dó, suor a pingar. A aliança brilha no painel, lembro-me do João a esperar em casa, e gozo outra vez, cona a apertar o pau dele. ‘Vou gozar dentro!’, avisa. ‘Sim, enche-me de porra!’ Ele explode, jatos quentes a encher-me, escorre pelas pernas. Puxa fora, eu limpo com lenços, rápido. ‘Foi brutal, amorzinho’, diz ele, beijo rápido. Saio do carro, pernas bambas, cona a latejar, porra a pingar na cueca. Dirijo para casa, rádio ligado alto para disfarçar o pulsar. Chego, João abre a porta: ‘Demoraste, tudo bem no trabalho?’ Sorrio, beijo-o: ‘Sim, amor, trânsito louco.’ Janto pronto, sentamo-nos à mesa, ele elogia a comida. Por dentro, sinto a porra seca nas cuecas, o cheiro dele na pele, o segredo a queimar. De noite, no banho, toco-me outra vez, pensando no risco. Amanhã, volto ao escritório, finjo normal. Mas sei: sou a esposa perfeita e a vadia secreta. E adoro isto. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. O João nunca vai saber… ou vai?