Eu sou a Sofia, casada com o Diogo há 15 anos, vida perfeita de casinha em Lisboa, trabalho no hospital como enfermeira. Ninguém imagina que tenho amantes. O Kevin, o estagiário novo, fode-me nos quartos vazios. O Armando, meu amante fixo, e o sobrinho dele, o Bruno, jovem e guloso. Mas ontem… ai, ontem foi diferente. Dor de barriga outra vez, marquei com o Dr. Tavares, marido da minha médica habitual. Ele já me examinara antes, mãos firmes na pele morena. Entro no consultório sexta à tarde, coração a bater forte. ‘Tire a blusa’, diz ele, voz calma. Fico de saia e sutiã, deito-me na marquesa. Palpa-me a barriga, demora-se, quase carícias. ‘Aqui dói?’, pergunta, olhos nos meus seios. Desabotoo o sutiã a pedido dele, para ouvir o coração. Ele olha, disfarça mal. Lembro-me da festa onde dançámos, ele a elogiar-me subtil. ‘Quem é o seu ginecologista?’, pergunta. Conversamos, ele sabe tudo. Prescreve remédios, mas liga segunda: ‘Venha amanhã, resultados do sangue’. Eu, ansiosa, mas excitada pelo risco.
Chego às 17h30, última paciente. ‘Tire tudo’, diz. Nuas, pernas nos estribos, espéculo a abrir-me a cona. Câmera dentro, descobre o DIU torto e uma litopédio, feto calcificado antigo. ‘Preciso corrigir agora’, avisa. Ele sabe dos meus amantes – Kevin é afilhado dele, Armando paciente. ‘Quatro homens, hein? Posso ser o quinto?’. Eu, chocada, mas a aliança no dedo contrasta com as mãos dele nos meus joelhos. ‘Sua mulher?’, pergunto. ‘Ela tem internos, como eu tinha uma amante’. Ele beija-me os seios, desabotoa devagar. ‘Quebra-se aqui na frente’, digo, voz trémula. Chupa os mamilos duros, mãos a apertar. Eu gemo baixo, coração disparado, porta trancada mas risco de alguém bater. Desce, língua na cona aberta, chupa o clitóris como expert. ‘Hmmm, sim… aí!’. Gozo forte, pernas a tremer nos estribos.
A Consulta Inesperada e a Tensão Crescente
‘Quero foder-te agora’, rosna ele, pau grosso fora das calças. Normal no tamanho, mas largo, roçando na minha entrada molhada. ‘Vai devagar…’, peço, mas ele entra fundo, enchendo-me. ‘Que cona apertada, Sofia!’. Fode-me forte, mãos nas ancas, mamilos torcidos. Eu agarro a marquesa, ‘Fode mais, caralho!’. Ritmo urgente, risco de a mulher dele voltar. Gozo de novo, cona a pulsar no pau dele. Ele explode dentro, sêmen quente a jorrar, marcando-me. Ficamos ofegantes, ele ainda dentro.
Visto-me rápido, ‘Isto fica entre nós’. Saio, pernas moles, sêmen a escorrer na cueca. Chego a casa, Diogo beija-me, janta pronta. Sorrio, aliança brilhando, mas cona latejante do doutor. Amanhã, Kevin no hospital, mas penso no Tavares. Esta dupla vida… culpa mínima, excitação máxima. O segredo arde, quero mais risco.