A Minha Dupla Vida: A Confissão de uma Traição em Chamas

Sou a Ana, 35 anos, casada com o João há dez. Advogada em Lisboa, casa bonita nos subúrbios, dois filhos na escola. Todo o mundo me vê como a mulher perfeita: organizada, elegante, sempre a sorrir nas reuniões. Mas… ai, o segredo. Tenho um amante. O Miguel, colega de escritório. Alto, moreno, com aquele olhar que me derrete. Começou há meses, numas horas extras. O risco? Enorme. Adoro isso. O coração a bater descompassado, a aliança no dedo esquerdo a roçar na pele dele.

Hoje, o João viajou para o Porto. Casa vazia. Estou na sala, sozinha, a olhar para aquela reprodução do quadro do Delacroix que comprei numa feira. ‘A Morte de Sardanapale’. Aquela odalisque nua, arqueada, o janissário a puxar-lhe o braço. As curvas dela, os seios firmes, a buceta exposta no caos. Sinto um calor subir. As mãos tremem. Toco no peito por cima da blusa. Os mamilos endurecem. ‘Não, Ana, para’, penso. Mas não paro. Desabotoo a camisa devagar. A saia sobe nas coxas. A cueca já molhada. Imagino-me ali, no meio do incêndio, a ser tomada sem dó. O relógio marca as cinco. O João chega às sete. Tempo curto. Perigoso.

A Rotina Perfeita e o Fogo Proibido

A campainha toca. Merda. É ele. O Miguel. ‘Abre, Ana, sei que estás sozinha.’ Abro a porta, o coração na garganta. Ele entra, fecha-a com força. ‘Não devias vir aqui’, digo, mas puxo-o para mim. Beijamo-nos com fome. Línguas quentes, dentes a morder. ‘Quero-te agora’, murmura ele, a mão na minha nuca. Sinto a aliança fria contra o pau dele, já duro por cima das calças. Ele ri. ‘Gostas disto, não é? A senhora perfeita a trair.’ Empurra-me para o sofá. Arranco-lhe a camisola. Peito largo, pelos escuros. Ele desabotoa-me a blusa toda, apalpa os seios. ‘Que mamas duras, caralho.’ Chupa um mamilo, forte. Gemo alto. ‘Silêncio, os vizinhos…’ Mas não quero silêncio.

O Encontro Urgente e o Segredo Guardado

Ele vira-me de costas, levanta a saia. ‘Que cu perfeito.’ Rasga a cueca. Dedos na minha cona, já ensopada. ‘Estás uma piscina, puta casada.’ Duas falanges dentro, rápido. Gozo na mão dele, pernas a tremer. ‘Fode-me, Miguel, rápido.’ Ele abre a braguilha, o caralho salta, grosso, veias inchadas. Esfrega na entrada. ‘Pede.’ ‘Por favor, mete-o todo.’ Empurra com força. Encho-me dele. ‘Ahhh, foda-se!’ Ele agarra os meus quadris, bate fundo. Pau a entrar e sair, molhado, barulhos sujos. Sinto cada centímetro, a cabeça a roçar o colo do útero. A aliança brilha no espelho da sala, enquanto ele me fode como um animal. ‘Vais gozar na minha cona?’ ‘Sim, toma.’ Acelera, bolas a bater no cu. Eu rebolo contra ele, unhas nas costas. ‘Mais forte!’ Gozo primeiro, cona a apertar, sumo a escorrer pelas coxas. Ele grunhe, enche-me de porra quente, jatos grossos. Sai devagar, porra a pingar.

Limpo-me rápido com um pano da cozinha. Ele veste-se, beija-me. ‘Até amanhã no escritório.’ Sai. Eu arrumo tudo: sofá endireitado, cueca no lixo. Tomo duche rápido, cheiro a sabão. O telemóvel toca. ‘Chego às sete, amor. Jantar?’ ‘Sim, meu bem.’ Sorrio ao espelho. A cona ainda lateja, porra dentro de mim. Ninguém sabe. Amanhã, sou a advogada séria. Mas no fundo, ardo. Este segredo? É o meu fogo. Quero mais. O risco… deixa-me viva.

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