Sou a Inês, 42 anos, casada com o Miguel há 16 anos. Vivo numa vivenda num bairro residencial calmo nos subúrbios de Lisboa. De dia, sou gerente de banco, saias justas, cabelo apanhado, aliança a brilhar no dedo. Ninguém diria que adoro o risco, o proibido. O coração acelera só de imaginar ser apanhada. O Miguel é um bom pai, trabalha em TI, rotina perfeita. Jantares em família, ginástica aos sábados. Mas por dentro… arde. Há meses fantasiava com o Pedro, 25 anos, filho do vizinho viúvo, o Gérard. Corpo atlético, sorriso maroto. Via-o no jardim, e a cona ficava molhada.
Tudo começou com a proposta das vizinhas, a Magui e a Martinha, sexagenárias tonificadas da praia nudista. ‘Festa dos vizinhos nua, na casa da Magui, com piscina!’ Eu hesitei. O Miguel? Conservador, mas Laurent, marido da Martinha, convenceu-o: ‘É só para relaxar, sem tretas.’ Aceitámos. No carro a caminho, aliança no dedo, pensei: ‘E se der para o torto?’. O coração batia forte. Chegámos, Magui nua à porta, peitinhos firmes, rabo empinado. ‘Despachai-vos todos!’ Vesti só chinelos, cona depilada exposta. O Pedro… caralho, que pau pendurado, grosso, bolas cheias. Olhou-me, sorriu. Senti o clitóris pulsar. Sentámo-nos à mesa, nus, pratos na relva. Seios de todas as formas: os meus médios e altos, os da Samia, a marroquina solitária, enormes como melões, rabo ondulante. Homens de pau meia-bomba, olhos famintos. O ar cheirava a desejo, rosé provençal, calor. O Miguel falava banalidades, mas eu via o Pedro a endurecer debaixo da mesa. Troca de olhares. ‘Não posso…’, pensei, mas a adrenalina vencia. ‘Preciso de foder.’
A Rotina Certinha e o Fogo do Segredo
Não aguentei. Levantei-me: ‘Vou à casa de banho.’ Ele seguiu, discreto. No corredor escuro, agarrei-lhe a mão. ‘Rápido, antes que nos apanhem.’ Empurrei-o para o quarto vazio, porta entreaberta para o risco. Corações aos pulos. ‘Inês, és casada…’, murmurou, mas o pau já latejava, 20cm, veia inchada. ‘Cala-te e fode-me.’ Beijei-o voraz, língua na boca, mão na polla dura como ferro. Ele apalpou-me os seios, mordeu mamilos, desceu à cona encharcada. Dedos dentro, ‘Estás molhada pra caralho.’ Deitei-me na cama, pernas abertas. ‘Mete já.’ Ele cuspiu na mão, esfregou o caralho na entrada. Empurrou forte, rasgando-me. ‘Ahhh, foda-se, que grosso!’ Gemi baixo, unhas nas costas dele. Ritmo feroz, cama a ranger. ‘Gostas, puta casada?’ ‘Sim, fode mais fundo, rebenta-me a cona!’ O pau batia no colo do útero, bolas a dar no cu. Virei de quatro, ‘Agora no cu, rápido.’ Ele lubrificou com saliva, meteu devagar. Dor boa, prazer puro. ‘Vai, sodes-me!’ Acelerou, mão na boca para não gritar. Sentia o caralho a pulsar, o cu a arder. ‘Vou gozar!’, grunhiu. ‘Dentro, enche-me!’ Jatos quentes no cu, escorrendo. Gozei tremendo, cona a contrair vazia. 5 minutos, suor, cheiro de sexo. ‘Vai primeiro.’, disse, limpando com lençóis.
Voltei à mesa, sorriso falso, esperma a pingar entre as coxas. O Miguel: ‘Tudo bem?’ ‘Sim, amor.’ Sentei, cu latejante, cona inchada. Olhei o Pedro, ele piscou. Todos riam na piscina, nus e suados, mas ninguém sabe do nosso segredo. O Gérard olhava a Samia, o Miguel bebia. No carro a casa, o Miguel adormeceu. No duche, toquei-me, revivendo: a aliança fria contra a pele quente dele, o risco de gritos, o gozo proibido. Amanhã, volto ao banco, saia impecável. Mas agora sei: sou casada e safada. O segredo arde, quero mais. Quem diria que uma festa de vizinhos mudaria tudo? O coração ainda bate forte.