O cais da estação está quase vazio. O João decidiu voltar de comboio para eu não fazer o ida e volta. Estou exausta, e ele não precisou insistir muito. Com as malas na mão, leva-me até ao wagon. ‘Obrigado por este fim-de-semana inesquecível’, diz, olhos nos meus. ‘Não me agradeças, foram dois dias incríveis.’ ‘Aqui acaba a nossa aventura?’ ‘Como assim?’ ‘Queres continuar?’ ‘Porque é que havia de dizer não?’ Ele pensou que o meu mundo ‘burguês’ não aguentava mais. Tolices. Beijamo-nos com promessas para o próximo fim-de-semana. O comboio afasta-se, sinto um aperto no peito. Estou a apaixonar-me? Não! Só quero apimentar as férias.
Em casa, na villa, tudo parece cinzento sem ele. No baloiço junto à piscina, penso na loucura sexual do fim-de-semana. Como me deixei levar? E se o rever for longe demais? Medo das surpresas dele… e das minhas. Mas o desejo acorda. O meu sexo humedece só de lembrar o caralho dele a invadir-me. As bolas de geisha faziam falta agora. A Isabelle flutua na piscina, de costas. Aproveito, meto a mão no biquíni. Pressiono o clitóris inchado. Dedos dançam nas pequenas-lábios. Contraio o ventre. Prazer explode, olhos fecham. Cuisses apertam a mão. Procuro o ponto G na cona encharcada. Imagens: torso suado dele, bundas de outra, chicote nas minhas nádegas, sabor do esperma. Gozo forte, sufoco um gemido. Isabelle vira-se: ‘Falas comigo?’ ‘Não… falava sozinha.’ Coração aos pulos, dedos pegajosos de mel. Suor na testa. Ela não nota.
O Segredo Começa: Adeus na Estação e o Desejo em Casa
Chega a mota do rapaz da piscina. Ontem no jacuzzi… mas ele disfarça, beija Isabelle. Alívio. O meu segredo está seguro. Casada, aliança no dedo, vida perfeita: marido, trabalho, rotina. Mas adoro o risco.
Finalmente, o reencontro. João espera-me no garagem. Coração dispara. Mundo dele é puro sexo, sem tabus. Entro no carro dele, saio do meu. Complimenta o meu fato, saia fendida sexy. Sopra no pescoço. ‘Sentes o meu fôlego? Quente, como a banlieue.’ Vamos a um bar num centro comercial banal. Champagne para celebrar contrato dele e aniversário. Dá-me cuecas de cetim azul. A empregada vê, cora. Rio, tiro as minhas debaixo da mesa, visto as novas. Levanto a saia, mostro a cona moldada no tecido. ‘Gostas?’ Ele endurece. Toquei-lhe no volume. Sirvo champagne, mas a mão dele na minha cona por cima do cetim. Dedos traçam os lábios. Abro o fecho dele, saco o caralho duro. Acaricio, aperto. Uma senhora olha. Ele treme. Molho os dedos na minha cona, lubrifico o glande. Masturbo devagar, controlo o gozo. Serveuse flerta, mas ignoro. Ele explode, jorra esperma na nappa. Eu quase gozo só de ver. Tache no fato dele, o dono ri: ‘Champagne não mancha!’
O Êxtase Proibido: Bar e Apartamento em Chamas
No apartamento modesto dele, jantar romântico. Creme de pastel quente. ‘Despe-te, deita na mesa.’ Cedo. Decora-me: seios, mamilos, ventre, cona. Quente queima delicioso. Rosácea no clitóris, gozo sem tocar. Lambe tudo, língua suave nos lábios, chupa clitóris. Partilhamos creme misturado com o meu mel nos beijos. Eu decoro o caralho dele, lambo testículos, glande. Ele perde controlo, vira-me, enfia brutal na cona. Bate fundo, eu grito. Gozamos juntos, violento.
Volto a casa, marido dorme. Aliança brilha, mas sinto o esperma dele dentro. Culpada? Um pouco. Excitada? Imenso. O segredo arde, quero mais risco.