Chamo-me Ana. Tenho 43 anos, casada com o Miguel há 18. Dois filhos, casa em Lisboa, advogada numa firma conceituada. Vida perfeita, dizem. Mas… tenho um atelier escondido nos subúrbios. Pinto nus. Sou bi, aberta. Adoro o risco. O coração acelera só de pensar.
Ontem, num vernissage no Chiado, conheci o Tomás. Vinte e poucos, estudante de Belas-Arts, corpo atlético, cabelo escuro. Amigo de uma rapariga que admirava os meus quadros. Falámos. Ele elogiou as minhas formas no corpo humano. Ri, nervosa. Propus-lhe posar nu. ‘Sou tímido’, disse. Mas os olhos brilhavam.
O Segredo Começa a Arder
No bar ali perto, insisti. Ele hesitou. A amiga provocou: ‘Vai, Tomás, para ela pintar-te.’ Ele corou. Aceitou, 50 euros pela sessão. ‘Sábado, 15h, atelier.’ Dei-lhe o endereço. Parti, aliança no dedo, pulsando. O Miguel esperava jantar em casa. Culpa? Pouca. Excitação? Enorme.
Hoje, mobile tocou. ‘Ana? Tomás. Posso vir já?’ Estava perto. ‘Vem.’ Coração disparado. Atelier vazio, cheiro de tinta. Ele chegou, jeans justos, t-shirt a marcar peitos. Tímido agora. Sentámo-nos no bar. Café. ‘Medo de… erectionar?’, perguntei direta. Ele baixou olhos. ‘Sim.’ Ri. ‘Normal. Vamos treinar.’
Mandei-o para o biombo. Saiu de robe. ‘Nu, Tomás.’ Despiu. Deus… Torso liso, ventre plano, pila semi-dura. Virei-o. Rabo perfeito, firme. Sentei-o num banco. Olhos de anjo submisso. ‘Croqui erótico.’ Peguei na pila dele, macia mas quente. Masturbei devagar. Endureceu rápido, grossa, veia pulsando. Ele gemeu baixo.
O Prazer Proibido Explode
Ajoelhei. Lambi as bolas, língua molhada, salgado. Corpo tremeu. Engoli a pila toda, boca quente, sugando fundo. Mãos nas bolas, apertando suave. Ele ofegava. ‘Gostas?’ ‘Sim… Ana.’ Levantei-o, estendi na plataforma. Punheta rápida, mão escorregadia de pré-gozo. Gozou forte, jato quente no meu rosto, barriga dele. Limpei com guardanapos.
Levei à ducha. Fiquei a ver. Pila mole, mas corpo implorava. ‘Chama-me Senhora.’ ‘Sim, Senhora.’ Virei-o. Caras no rabo, abri nádegas. ‘Virgem aí?’ ‘Sim, Senhora.’ Dois dedos no cu apertado. Ele gemeu alto, pila endurecendo de novo. Claques nas nádegas, vermelhas. ‘Basta por hoje. Sábado, arte. Vai.’ Ele vestiu, confuso, excitado. Deu-lhe 20 euros. ‘À sábado.’
Tomei ducha, água quente no corpo. Toquei-me, lembro pila dele, rabo. Dedos na cona molhada, orgasmo rápido. Voltei a casa. Miguel: ‘Onde estiveste?’ ‘Cliente atrasado.’ Beijo na boca, cheiro dele ainda. Aliança fria no dedo, pele quente de sexo. Jantámos, normal. Mas dentro, fogo. Segredo guardado. Amanhã, mais. Adoro isto. Culpa? Sim. Mas o risco… me mata de tesão.