Confissão de uma Casada: Meu Caso Secreto no Escritório

Hoje de manhã, acordei com a cona a pulsar. Sonho erótico, corpo quente, mas o meu marido? Nada. ‘Estamos atrasados, Ana, deixa isso!’, resmungou ele. Fiquei frustrada, a aliança no dedo a pesar como uma corrente. Vista o fato profissional, salto alto, maquilhagem impecável. Sou gerente de contas, vida organizada, casa na periferia de Lisboa, rotina perfeita. Mas por dentro? Fogo. Dirigi pela estrada enevoada, o coração a bater forte só de pensar em aventuras. No escritório, pilha de relatórios, chamadas. Tentei focar, mas o desejo latejava entre as pernas.

Era quarta-feira, poucos colegas por causa das 35 horas. Na copa, sirvo um café. A fotocopiadora entope outra vez. ‘Alguém percebe disto? Recto verso automático, e agora emperrou!’, grito para a sala ao lado. O Miguel aparece. Colega de IT, 29 anos, olhos safos, corpo atlético. ‘Deixa ver, Ana.’ Sigo-o, a saia justa a roçar nas coxas. Ele abre o painel, agacha-se. Eu junto-me, o cheiro dele invade-me. perfume amadeirado, suor leve. As minhas tetas roçam o braço dele sem querer. Sinto-o endurecer. Ele pega na minha mão, guia-a para a protuberância nos calções. ‘Problema no X1…’, sussurra. Caralho, o meu coração explode. Olho em volta, medo de alguém ver. Mas a mão dele na minha aliança? Contraste brutal. Começo a massagear por cima do tecido, dura como pedra. ‘Quero-te, Miguel.’, murmuro, voz trémula.

A Rotina Chata e o Desejo que Não Para

Ele fecha o painel, ‘Obrigado, despachaste-me bem!’, grita para os outros na copa. Eu faço as cópias, pernas a tremer. Um aceno de cabeça, sigo-o aos banheiros para deficientes. Espaçoso, limpo, perfeito. Tranco a porta. Abraço-o forte, rosto no pescoço dele, cheiro a homem. Beijo voraz, línguas a dançar, sugo os lábios. Ele desabotoa a blusa, liberta as minhas tetas. ‘Que ubres perfeitas…’, geme, mama os mamilos rosados, duros. Eu desço a mão, abro o fecho, saco o caralho latejante, grosso, veias salientes. Chupo a cabeça, salgado, pré-gozo. Ele geme baixo.

O Encontro Proibido nos Banheiros

Viro-me, ele baixa-me a saia e as cuecas. ‘Curva-te.’, manda. Apoio-me na parede, cona exposta, molhada que pinga. Ele enfia dois dedos, chap chap, ‘Estás ensopada, puta casada.’. Adoro. Tento que me foda de pé, mas ângulo errado. ‘Espera…’, planto a saia no chão, à quatro patas. Ele lambe-me o cu e a cona, língua quente. Guia o caralho, empurra devagar. Enche-me toda, quente, grosso. Agarra as ancas, fode forte. Ploc ploc, as minhas cuecas nos joelhos limitam, urgência total. ‘Mais rápido, antes que venham!’, gemo. Ele acelera, bolas a bater no cu. Sinto veias azuis nas nádegas dele contra mim. Quase peço dedo no cu, mas calo-me. Contraio a cona, ele goza em jatos quentes, grunhindo. Eu venho logo depois, pernas a tremer.

‘Foi bom, Ana. Fica entre nós, ok?’, sussurra, beijando-me o ombro. ‘Prometo.’ Limpamo-nos rápido, vestimos. Saio primeiro, ele minutos depois. Volta à copa, sorrisos normais. Ninguém suspeita. No meu gabinete, aliança a brilhar, mas cona a latejar com o sêmen dele a escorrer. Vida dupla: casada fiel à noite, puta no almoço. O risco? Mata-me de medo e excita-me mais. Já penso no próximo bourrage da máquina. Meu Deus, que vício.

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