A Minha Confissão: A Aventura Proibida com o Rapaz do Chat

Chamo-me Maria, tenho 45 anos, sou advogada em Lisboa. Casada há 20 anos com o João – sim, o meu marido chama-se João, irónico, não é? Vida perfeita: casa no Chiado, jantares em família, clientes importantes. Mas à noite, quando ele adormece, entro no chat. Finjo ter 35 anos, sou solteira, safada. Adoro o risco. O coração acelera só de pensar.

Há meses, conheci o Miguel, 22 anos, estudante de engenharia. Ele é pétulante, fala de sexo sem papas na língua. ‘Quero uma mulher que me ensine tudo’, diz ele. Eu rio, mando fotos discretas – nada de cara. Conversamos horas: ele descreve o pau duro, eu a cona molhada. Um dia, confesso a idade real. Silêncio. ‘Merda, pensei que eras da minha idade’, escreve. Mas volta: ‘Gosto de maduras, és casada? Ainda melhor’. Meu Deus, o pulso dispara. O marido viaja três semanas para o Porto. Perfeito.

O Segredo que Começou no Chat

Escrevemo-nos o dia todo. Poemas dele: ‘Quero lamber-te toda, fazer-te mulher de novo’. Eu: ‘Vem, mas é segredo’. Marquei no terminal dos autocarros, noite fria de janeiro. Esperei, aliança brilhando no dedo, nervosa. Ele chega, alto, olhos famintos. Sem beijo, entro no carro dele. Mão no câmbio, ele pega-me a mão, põe na coxa. ‘Sente como estou’, murmura. Coxa quente, dura. Conduzo com uma mão, coração na garganta.

Chegamos ao motel discreto nos arredores. Porta bate, ele atira-se. Beijos vorazes, línguas enroladas, saliva misturada. ‘Tira o casaco’, digo, voz trémula. Ele ri, mãos nas minhas tetas por cima da blusa. Desabotoa, sutiã de renda. ‘Que mamas perfeitas’, geme. Eu, culpada mas a arder: ‘O meu marido nem sonha’. Aliança fria contra o pau dele, que já sinto duro.

No quarto, luz fraca. Ele tira a saia, collants azul-escuros. Ajudo, pernas nuas, cueca branca fina. Bossa enorme na cona, molhada. ‘Toca-me’, peço. Dedos dele na minha boceta, lábios inchados, pelos negros. ‘Estás ensopada, safada casada’. Gemo alto, empurro a cabeça dele. Língua no clitóris, chupa forte. ‘Ah, fode-me com a boca!’, grito. Corro como nunca, molho o lençol. Ele lambe tudo, olhos nos meus.

O Encontro que Me Fez Tremer

Levanto-me, ajoelho. Pau dele grosso, veias saltadas, cabeça roxa. ‘Que caralho grande para um miúdo’, digo, lambendo o pré-gozo salgado. Engulo devagar, bolas cheias na mão. Ele agarra o cabelo: ‘Chupa mais fundo, Maria’. Engasgo, mas adoro. Sinto o marido em casa vazia, mas aqui, puta.

Deito-me, perna aberta. ‘Enfia já, mas devagar’. Ele entra, devagarinho. ‘Dói? Não, fode-me!’. Vaivém rápido, urgente – ele goza em minutos, quente dentro. Eu venho outra vez, unhas nas costas dele. ‘És a melhor cona da minha vida’, sussurra. Rimos, suados.

17h, tenho de ir. No carro de volta, mão dele na minha boceta outra vez, orgasmo rápido. ‘Volta logo’, pede. ‘Talvez’, sorrio, aliança suja de porra.

Chego a casa, marido liga: ‘Tudo bem, amor?’. ‘Sim, no escritório até tarde’. Banho quente, cheiro dele na pele. Culpada? Um pouco. Mas excitada pra caralho. Amanhã, chat de novo. Esta dupla vida… vicia. O risco de ser apanhada? Faz-me molhar só de pensar. Quero mais.

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