Minha Dupla Vida: Casada, Profissional e Viciada em Foder às Escondidas

Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o Pedro há 12. Dois filhos, casa impecável nos subúrbios de Lisboa, psicóloga em clínicas públicas. Todo mundo me vê como a mulher perfeita: aliança no dedo, cruz no pescoço, sorrisos educados. Sexo com o Pedro? Aos domingos, rápido, missionário, sem grandes orgasmos. Mas eu aguento, para as hormonas e para ele não ir para fora.

Tudo mudou num estágio de uma semana na Serra da Estrela, com idosos. Levei a colega Fátima, uma mulata robusta, casada mas livre como o diabo. Ela fala de foder sem parar com o marido, e eu fico vermelha. Os animadores locais, o Rui e o Vasco, dois rapazes de 25, montanheiros, músculos definidos, olhares safados. À noite, copos, risos. Fátima piscava para o Rui, e eu via o Vasco me devorar com os olhos.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima Por Dentro

Primeira noite, ouvi tudo pela parede fina. Fátima gritava: ‘Mais forte, caralho! Enfia-me o cu agora!’ O tacatacata do cama, gemidos. Meu coração batia forte, a cona latejava. Tentei tapar os ouvidos, mas… puta merda, inveja. No dia seguinte, Fátima brilhava: ‘Dormiste bem? O Vasco quer-te.’ Eu ri, mas o dia todo pensei naquilo. O Vasco me ajudou nas caminhadas, mãos fortes, cheiro de homem. Olhei para a braguilha dele. Grande? Eu molhava a calcinha.

Noite dois, jantei com ele. Fátima e Rui sumiram. ‘Eles vão foder’, disse ele, piscando. Fui para o quarto, tortilha o rabo sem querer. Grifaram à porta. Abri, e o Vasco empurrou-me para a cama. ‘Que fazes? Sai!’ Mas ele beijou-me, boca quente, língua faminta. Eu cedi. Mão dele no meu pijama, dedos na cona encharcada. ‘Estás pronta, safada.’ Puxou o pijama, abriu-me as pernas, meteu a boca. Nunca o Pedro fez isso. Língua no clitóris, chupava, lambia. Agarrava-lhe a cabeça, gemendo baixo. ‘Oh foda-se…’ Gozei forte, primeiro oral da vida, corpo arqueado.

O Encontro Explosivo e o Regresso ao Meu Mundo Duplo

Ele levantou-se, pau duro, grosso, maior que o do Pedro. Preservativo, e eu guiei-o: ‘Vem, fode-me.’ Entrou até ao fundo, grito meu abafou os da Fátima. Batia forte, eu respondia com o cu. ‘Mais, não pares!’ Cavalgu ei-o, cruz balançando nos peitos. Virou-me de quatro, lambeu o cu, meteu devagar. Dor boa, prazer novo. Gozei no cu, ele veio na camisinha. Caí exausta, ‘Obrigada…’

No dia seguinte, culpa. Mas o corpo pedia mais. Fátima riu: ‘Ouvi-te, vadia! Solta-te.’ Toda a tarde, frissons com ele. Noite, mesa falava de paus, Fátima provocava. Eu pingava. Vasco: ‘Vamos?’ Peguei-lhe a mão, arrastei-o. Despi-me, montei-o. Porta abriu: Fátima e Rui nus. ‘Vamos os quatro!’ Eu, louca, continuei. Vi o cu dela engolir o pau do Rui. Trocaram: Rui fodeu-me a cona, Vasco o cu. Gozos múltiplos, suor, gemidos. Perdi a cruz no meio.

Voltei a casa, beijei o Pedro, filhos felizes. Mas guardo o segredo. No trabalho, sorrio profissional. De noite, penso neles, toco-me. Pedro nota-me mais quente, mas não sabe. Adoro o risco: aliança brilhando enquanto sonho com paus estranhos. Esta dupla vida? Vicia-me. Quero mais.

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