Sou a Maria, 35 anos, casada há 10 com o João, vida perfeita em Lisboa. Trabalho em RH numa empresa grande, saias justas, reuniões, sorriso profissional. Ninguém imagina que à noite, ou melhor, em segredo, eu vivo outra vida. Tudo começou numa volta de bicicleta na costa algarvia, no verão passado. Encontrei o António, um tipo mais velho, charmoso, daqueles que te olha como se te comesse ali mesmo. Jogámos à bola na praia com as minhas amigas, rimos, suámos. Depois, mensagens, chamadas. Agora, é a minha obsessão.
Esta semana, inventei a mentira perfeita. ‘João, tenho uma formação em management no Porto, de quinta a segunda. A empresa paga o hotel, mas fico mais uns dias para networking.’ Ele acreditou, beijou-me a testa. ‘Vai com cuidado, amor.’ Meu coração batia forte enquanto arrumava a mala. Coloquei as pílulas anticoncecionais no fundo, collants finos, saia escocesa curta, sem cuecas por baixo. O risco… ai, o risco de ser apanhada pelo João ou pelas amigas faz-me pulsar entre as pernas.
O Mentira que Acendeu o Fogo
Cheguei à estação de Santa Apolónia mais cedo, SMS para o António: ‘Estou aqui, depressa.’ Ele aparece, pega na mala, mão na minha cintura. No carro, confesso: ‘Menti às amigas e ao marido, são quatro dias só nossos.’ Ele ri, mão na minha coxa, sobe devagar. ‘Então vamos festejar.’ Chegamos à casa dele no Porto, uma moradia discreta. Na entrada, tiro o casaco, chemisier branco colado aos seios. Ele sobe a mala, eu sigo-o escada acima, o coração aos pulos. Na cama, beijos urgentes. ‘Espera, não quero amassar a saia’, digo, tirando-a. Fico só de portaligas e soutienne. Ele geme: ‘Porra, Maria, sem cuecas?’ Puxo-o para mim, abro-lhe as calças, a pila dele dura como pedra. Enfio-a na boca, chupo forte, saliva a escorrer. Ele deita-me, lambe-me a cona molhada, dedos no cu. ‘Fode-me já, António, rápido, antes que me arrependa.’ Ele entra de rompante, pauzão a esticar-me toda. Bomba sem dó, eu gemo alto, unhas nas costas dele. Sinto a aliança no dedo roçar a pele dele, contraste que me excita mais. Gozo primeiro, cona a apertar-lhe o caralho, ele explode dentro, esperma quente a encher-me. Cinco minutos de paraíso puro, suados, ofegantes.
O Sexo Selvagem e o Regresso à Rotina
Depois, balneiro juntos, ele cura um arranhão da bike antiga. Mas o fogo não apaga. No dia seguinte, passeio de bicicleta até ao nosso spot da primeira vez. Quase caio, ele cuida de mim com cortiça de sobreiro, truque antigo. À noite, jantar romântico, mas eu quero mais risco. Num beco escuro no Porto, puxo-o: ‘Aqui, agora.’ Ele levanta-me a saia, enfia dois dedos na cona ensopada. ‘Estás pingando, puta casada.’ Eu abro as pernas contra a parede, ele fode-me brutal, pausadas curtas e fortes. ‘Mais rápido, pode vir alguém!’ Gozamos os dois, eu mordo-lhe o ombro para não gritar. Sem cuecas o dia todo, sinto o esperma escorrer pelas coxas.
Regresso a Lisboa de comboio, cona inchada, marcas no corpo escondidas sob roupa discreta. João busca-me na estação, beijo casto. ‘Como foi a formação?’ ‘Ótima, amor, fiz contactos.’ No carro, mão dele na minha, aliança brilhando, mas eu penso no pau do António. Janto em família, sorrio, mas por dentro queimo. O segredo é meu, a culpa mistura-se com tesão. Amanhã, reunião no trabalho, mas já marco próximo encontro. Esta dupla vida… vicia-me. Quero mais risco, mais fodas selvagens. Quem diria que a senhora perfeita é esta puta excitada?