Confissão: A Minha Dupla Vida com o Médico que Me Faz Tremer

Eu sou a Inês, casada há dez anos com o António, advogada em Lisboa, vida impecável. Filha dedicada, visito a mãe na aldeia alentejana todas as semanas. Ela tem Alzheimer, confunde o pai morto com vivo, tricota ao lume. Ontem, ouvi uma dedicatória na rádio: ‘Ao meu amor eterno, cada dia sem ti dói mais.’ A mãe chorou, eu abracei-a, mas por dentro… senti o vazio. O António é bom pai, bom marido, mas no quarto é rotineiro, sem fogo. Eu? Adoro o risco, o segredo que acelera o coração.

Liguei ao Dr. Marceu, o médico antigo. ‘Manda o teu colega ver a minha mãe.’ Chegou o Júlio, uns 45 anos, cabelo curto escuro, olhos intensos. ‘Boa noite, sou o Dr. Júlio.’ Entrou, examinou-a enquanto ela dormia. ‘Está cansada, mas bem.’ A mãe acordou, confundiu-o com o pai. ‘Henri? Não, sou Júlio.’ Rimos nervosos. Ela insistiu: ‘Façam crepes, como antigamente. E tu, Inês, tão sozinha… este homem é solteiro?’ Vermelhei. ‘Mãe!’

A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima por Dentro

Mandou-nos para a cozinha. Ele sentou-se, bebeu cidra gelada. Eu fiz a massa, o beurre a chiar na frigideira. ‘Quer tentar?’ Ele pegou na mão na minha, guiou o pulo da crepe. Toque elétrico. A aliança no meu dedo roçava a pele dele, lembrete do António à espera em casa. Coração batia forte. Olhares cruzados, silêncio pesado. ‘Estás casada?’, perguntou baixo. ‘Sim… mas isso não importa agora.’ A tensão subia, ar quente, cheiro de crepes misturado com desejo.

Ele agarrou-me o pulo, puxou-me para si. ‘Inês, queres?’ Hesitei: ‘A mãe acorda a qualquer momento… tenho de ir para casa.’ Mas beijei-o, boca doce de mel e cidra. Mãos dele na minha cara, depois nuca. Desabotoei a camisa dele, peito largo. Ele ergueu a minha saia, rasgou a renda da cueca. ‘Estás molhada, safada.’ Dedos na cona, entravam e saíam, chap chap molhado. Gemi baixo, mordi o lábio. ‘Fode-me já, Júlio, rápido.’ Ele baixou as calças, caralho grosso, veias pulsantes, cabeçona vermelha. Puxou-me para a mesa, empurrou pratos, abriu-me as pernas.

O Foda Urgente na Cozinha, com o Coração na Boca

Enfiou de rompante, cona apertada engolindo-o todo. ‘Caralho, que delícia de puta casada.’ Bombava forte, mesa rangia, eu cravava unhas nas costas dele. Aliança brilhava enquanto masturbava a bola dele. ‘Mais rápido, antes que a mãe venha!’ Ele acelerou, pilha selvagem, cona inchada, sumos escorrendo. Sentia o caralho pulsar, bolas batendo no cu. Gozei primeiro, corpo tremendo, mordendo o ombro dele para não gritar. Ele saiu, jorrou porra quente no meu ventre, no monte de vênus, escorrendo para o umbigo. Ofegante, lambi o caralho mole, sujo de mim.

Limpei rápido com guardanapo, vesti-me a tremer. ‘Volto amanhã, Inês. Isto é só o começo.’ Beijou-me, saiu. Ajudei a mãe a deitar, ela nem sonhou. Voltei para Lisboa, António dormia. Tomei banho, porra seca na pele, cheiro dele na memória. Deitei ao lado do marido, cona ainda latejante, aliança fria no dedo. Culpada? Um bocadinho. Mas excitada pra caralho. Amanhã volto à aldeia, à vida dupla. O segredo queima, acelera tudo. Quero mais risco, mais foda roubada. Esta sou eu, a Inês dupla.

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