Sou a Ana, 34 anos, casada com o Pedro há oito. Vida impecável: emprego estável em Lisboa, casa arranjadinha, jantares em família. Mas no fundo, adoro o frisson do proibido. Este verão, férias num camping perto de Lagos, Algarve. Bungalow simples ao pé da praia. Encontrei a Sandra, amiga da facul que não via há anos. Ela sozinha, bungalow colado ao nosso. Pele morena, cara bonita, mas aqueles peitos… caramba, enormes, sempre a queixar-se na juventude, agora toda cheia de si com o dinheiro do novo emprego.
Apéros à tarde, bikinis, sol a queimar. Pedro, o meu marido, cadre stressado, olhava disfarçado por trás dos óculos. Eu via. Os meus peitos, em pera, 90B, não competiam. Senti um calor subir. Ciúmes? Não. Excitação. Com o tempo, descobri o fetiche dele pelos pés. Adoro quando se ajoelha, lambe devagar, baba nos dedos. A minha cona fica encharcada. Mas ali, com ela… o coração batia forte. A aliança no dedo brilhava enquanto eu apertava a coxa dele debaixo da mesa.
A Tensão que Crescia no Paraíso Familiar
À noite, jantar na varanda. Eu de vestido leve vermelho, sem sutiã, mamilos a roçar no tecido. Sandra de blusa solta. Conversa vira para a vida dela: sozinha há ano e meio, tipos que fogem. ‘Não aguentava, Sandra’, disse eu, encostando-me ao Pedro, o peito nu contra o braço dele. Ele abraçou-me, eu senti a ereção crescer. Ela via tudo, corada. ‘Mostra esses peitos, vais pescar alguém na piscina’, brinquei. Rimos. Mas a tensão subia. Entrámos no bungalow, luz baixa, chá. Falei baixo ao ouvido dele: ‘Ela excita-te? Toca-lhe, eu deixo.’
O Êxtase Rápido e o Risco Implacável
Ela não resistiu. Blusa fora, sutiã transparente, bicos duros. Eu baixei as alças do vestido, peitos ao ar. ‘E agora, Pedro? Qual preferes?’ Ele riu, nervoso. ‘Mostra tudo, Sandra.’ Ela obedeceu, peitões libertos, pesados. Marc se ajoelhou, apalpou devagar, depois forte. Eu juntei-me, belisquei o mamilo dela, granulado, obsceno. Ela gemia baixo, mãos inertes. A cona dela ensopada via-se pelo slip. ‘Tira’, ordenei. Ele baixou as calças, pila roxa, babada no glande. Eu segurei os braços dela acima da cabeça, prisioneira. ‘Vai, Pedro, fode-a.’ Ele entrou devagar, glande a abrir os lábios inchados, vermelhos. Ela: ‘Espera, não tomo pílula!’ Mas eu: ‘Vai, aguenta.’ Ele meteu tudo, sem resistência. Labourava forte, rápido, o bungalow tremia. Risco de gravidez? Excitava-me loucamente. ‘Vais engravidar, Sandra, cheia de porra.’ Ela arqueou-se, ‘Seu cabrão… ahhh!’ Ele gozou dentro, jatos quentes. Eu gozei só de ver, sumo a escorrer pelas coxas.
No dia seguinte, praia como se nada. Cumprimentos, sorrisos. Ela não reclamou. Pedro e eu, cúmplices, pés dele nos meus debaixo da toalha. O segredo queima. Vida normal à vista, mas agora sei: adoro esta dupla vida. O risco de ser apanhada, a aliança fria contra a pele quente dela… volto já amanhã. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais.