Minha Confissão: A Foda Secreta com a Melhor Amiga do Meu Marido

Eu sou a Ana, casada há dez anos com o João, gerente de banco, vida certinha. De dia, saias discretas, aliança brilhando no dedo, sorrisos profissionais no escritório. Ninguém imagina. Mas à noite… ai, à noite o desejo explode.

Ontem, eram quase meia-noite. Estávamos na cama, o João me beijando o pescoço, a mão dele descendo devagar. Meu coração já batia forte, mas não por ele. O telefone tocou. ‘É a Sofia…’, disse eu, fingindo surpresa. A melhor amiga dele, loira, curvas insanas, sempre com roupas que gritam sexo. ‘Escolheu mal a hora…’, resmungou ele. Levantei, atendi. ‘João, espera, eu desço pra falar com ela no canto.’ Beijei a testa dele. ‘Dorme, vai ser longo.’ Mas era mentira. Meu corpo tremia de antecipação.

O Segredo que Começa com um Chamado

Desci as escadas pisando leve, coração na garganta. Olhei pra cima, a porta do quarto fechada. E se ele descesse? E se ouvisse? A adrenalina me molhava toda. Saí pela porta dos fundos, o ar frio da noite batendo na pele. Sofia esperava no jardim dos fundos, na sombra da cerca. ‘Ana…’, sussurrou ela, voz rouca. Abracei-a rápido, mas já sentia o cheiro dela, perfume doce misturado com desejo. ‘Ele tá em cima. Temos que ser rápidas.’ Minha aliança fria no dedo dela enquanto apertava minha bunda.

Não aguentei. Beijei-a com fome, línguas se enroscando, mãos loucas. Ela me encostou na parede, mão dentro da camisola, dedos na minha boceta já encharcada. ‘Tá pingando, safada…’, gemeu no meu ouvido. Eu? Culpada um segundo, mas excitada pra caralho. ‘Fode-me logo, antes que ele acorde.’ Ela ajoelhou, puxou a camisola pra cima, lambeu minha cona devagar, língua quente rodando no clitóris. Meu coração martelava, olhava pra casa o tempo todo. ‘Vai, chupa mais forte.’ Dedos dela entraram, dois, três, fodendo rápido, sucos escorrendo pela coxa.

A Explosão de Prazer no Escuro

Eu gemi baixo, mordendo o lábio. Virei de costas, encostei as mãos na parede, arco as costas. ‘No cu, Sofia, fode meu cu.’ Ela cuspiu no dedo, enfiou devagar. Meu cu apertado engolindo, dorzinha boa virando prazer puro. ‘Que cu guloso…’, ela babou, enfiando mais fundo enquanto chupava meu pescoço. Minha aliança batia na parede, lembrete do risco. Acelerei os quadris, rebolando no dedo dela. ‘Mais, porra, me faz gozar.’ Ela meteu outro dedo, fudendo forte, mão livre apertando meu peito, beliscando o mamilo duro. Gozei tremendo, boceta pulsando, cu apertando os dedos dela, um jorro molhando a grama.

Ela se levantou, beijei-a provando meu gosto. ‘Sua vez.’ Lambei a boceta dela, glabra, lisinha, suculenta. Dedos no cu dela também, ela amava isso. Gozou na minha boca, gemendo abafado. Rápido, urgente. Limpamos com as mãos, vestimos o básico. ‘Volta amanhã?’, pediu ela, olhos brilhando. ‘Se der…’

Entrei em casa como um fantasma, pés descalços no piso frio. Subi, o João roncava. Deitei ao lado, corpo ainda quente, boceta latejando. Minha aliança fria na pele suada. Olhei pro teto, sorrindo culpada. Amanhã, mais um dia de boa esposa. Mas o segredo… ah, o segredo me deixa viva. O risco de ser pega? É o que me faz molhar só de pensar. Dupla vida, duplo prazer. Não paro nem se quiser.

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