Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa e Amante Secreta

Sou a Maria, 42 anos, casada há 15 com o Pedro, gerente numa empresa de Lisboa. Vida perfeita por fora: casa em Cascais, dois filhos, reuniões diárias no escritório. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Tudo começou no Alfa Pendular, voltando de uma viagem de negócios ao Porto. Sentei-me ao lado do João, outro homem de negócios, olhares trocados, conversa solta. Desci na estação, ele propôs um café. Virou-se num quarto de hotel ali perto. Ele fodeu-me como nunca, devagar, profundo, autoritário. Deixou o email num papel. Eu mandei mensagem dias depois, confessei o tesão que senti pelo seu cheiro de macho, pela forma como me comeu por trás, de pé, com os olhos vendados.

Trocar mails virou vício. Ele pediu dez advérbios para descrever como queria foder-me de novo: lentamente, imaginativamente, profundamente… Eu obedeci, molhei a cadeira no escritório só de escrever. Marido? Rotina noitinha, missionário sem graça. Eu? Ansiosa por mais. Hoje, menti no trabalho: ‘Reunião externa à tarde’. Na verdade, marquei com ele no mesmo hotel perto da Gare do Oriente. No reunião matinal, com a equipa à volta da mesa, pensei nele. A Victoire, minha colaboradora, apresentava um projeto, mas eu via o João a retrucar-me a saia. O coração batia forte, a cona latejava. ‘Esteja aberta, mas exigente’, disse-lhe, pensando em mim de pernas abertas para ele. Culpa? Um pouco. Mas o risco… isso excita-me mais.

A Tensão do Segredo Antes do Encontro

Cheguei de táxi, pernas a tremer. Ele esperava na portaria, nova quarto por causa de problema. Subimos, porta fechada, olhos nos olhos. ‘Estás linda, classe como sempre’, murmurou. Eu, de saia justa, blusa discreta, salto alto, meias de cor carne, cueca de seda branca já húmida do táxi. Ele beijou-me devagar, língua quente. Despi-me a camisa, senti as mãos dele nos meus seios, mamilos duros. ‘Mantém os saltos’, ordenou. De joelhos no sofá, ele atrás, mão na minha bunda. Retrucou a saia, cheirou a cueca. ‘Molhada para mim, safada’. Tirei-lhe a camisola, pau duro salta das calças. Aliança no dedo brilha enquanto o agarro, godo. Chupo guloso, engulo até à garganta, saliva escorre.

O Sexo Cru e Intenso no Quarto do Hotel

Ele me pôs de pé, encostada à parede, fodeu-me assim, forte, profundo. ‘Grita, puta casada’, sussurrou. Gozei rápido, cona a apertar o caralho dele. De quatro na cama, ele meteu devagar, depois rápido, bolas a bater. ‘Sente como te abro, devagarinho’. Mudei, montei-o, cavalguei imaginativa, inversamente, gemi alto. Ele lambia-me a cona gulosamente, dedos no cu. ‘Autoridade tua agora’, disse, e chupei-o de novo enquanto ele me comia. Multiplos orgasmos, fodeu-me firme, crudamente. Por fim, de pé outra vez, ele dentro, gozou quente, enchendo-me. Suor, cheiro de sexo, corações aos saltos.

Vesti-me a pressa, cueca de reserva no saco, cheiro dele em mim. Desci, táxi para casa. Pedro esperava jantar pronto. ‘Reunião boa?’, perguntou, beijei-o com o gosto do João na boca. Sorri, culpada mas viva. Amanhã, mais mails? O segredo arde, a dupla vida pulsa. Quero mais risco, mais foda proibida. Ai, que vicio.

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