Confissão: Minha Dupla Vida de Casada e Safada em Lisboa

Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 15. Advogada numa firma chique no Chiado. Vida perfeita: casa em Cascais, dois filhos na uni, jantares em família. Todo mundo me vê como a mulher certinha, com saias lápis e salto alto, aliança de ouro brilhando no dedo. Mas… por dentro, eu queimo. Tenho um segredo que me deixa o coração aos pulos.

O Carlos. 55 anos, fotógrafo freelance. Encontramo-nos há meses, por acaso no parque da Fonte Luminosa. Ele me olhava de um banco, olhos famintos. Eu usava uma saia leve, verão quente, vento a levantar o tecido. Sabia que ele queria ver mais. Em vez de fugir, sorri. ‘Gostas do que vês?’, perguntei baixinho. Desde aí, é vício. A adrenalina de ser pega, de trair tudo isso que construí.

A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome

Hoje, saí do escritório mais cedo. ‘Reunião’, mandei SMS pro João. Ele nem desconfia. Dirijo até ao parque, saia florida curta, sem cueca por baixo. Coração martelando no peito. Estaciono, desço. Ele está lá, no banco de sempre, máquina escondida no casaco apesar do calor. Aceno disfarçado. Caminho devagar, fingindo telefone na mão. Vento sopra, saia voa um pouco. Sinto o ar fresco na cona já molhada. Ele clica, sei que clica. Discreto, como sempre.

Aproximo-me. ‘Estás linda hoje’, murmura, voz rouca. Pousa a mão na minha perna, sobe devagar. Aliança fria contra a pele quente dele. ‘Tens medo?’, pergunta, olhos nos meus. ‘Sempre’, respondo, ofegante. ‘É isso que me excita.’ Ele ri baixo. ‘Vem.’ Levanta-se, guia-me para as escadas do metro ali perto, em declive suave. Pouca gente, fim de tarde. Sacola dele no chão, buraco esperto pro telemóvel. Eu sento no degrau, abro as pernas. Ele se ajoelha, finge amarrar o sapato. Olha, filma. ‘Molhada pra caralho’, sussurra. Eu gemo baixinho, mão no cabelo dele.

A Foda Rápida e o Risco que Me Faz Gozar

Não aguento. ‘Agora’, digo. Ele se levanta rápido, puxa-me para o canto escuro das escadas de vidro do centro comercial ao lado. Paramos atrás de um pilar. Urgência pura. Desabotoa as calças, caralho grosso já duro, veias saltadas. Eu levanto a saia, cona exposta, sucos escorrendo pela coxa. Ele entra num golpe, fundo, rasgando. ‘Porra, Ana, tão apertada.’ Eu mordo o lábio, unhas nas costas dele. Aliança roçando o peito dele. Bato rápido, ele tapa minha boca com a mão grande. ‘Quieta, safada.’ Sinto cada estocada, bolas batendo no cu, clitóris inchado roçando nele. Olho em volta – gente passa metros acima, risos distantes. Risco de tudo explodir.

‘Goza pra mim’, rosna. Acelera, pau inchando mais. Eu venho primeiro, cona apertando, pernas tremendo, sumo quente escorrendo. Ele geme no meu ouvido, enche-me de porra grossa, jatos quentes dentro. Sai devagar, porra misturada gotejando. Limpamos rápido com lenços, beijos famintos. ‘Amanhã?’, pergunta. ‘Se o risco valer’, sorrio.

Volto pro carro, pernas moles, cheiro de sexo na pele. Dirijo pra casa, João liga: ‘Tudo bem, amor?’ ‘Perfeito’, minto, mão no volante úmida. Chego, banho rápido, aliança lavada. Janto com ele, sorrisos normais. Mas por dentro… o segredo pulsa. Porra dele ainda em mim, risco de gravidez, de ser vista nas câmaras. Culpa? Pouca. Excitação total. Sou a casada recatada que adora ser puta escondida. E amanhã? Quero mais. O vento, os cliques, o caralho dele. Meu coração já bate forte só de pensar.

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