Eu sou a Ana, casada há 10 anos com o Pedro em Lisboa. Vida perfeita: casa em Alfama, dois filhos, carreira como executiva em multinacional. Todo mundo me vê como a mulher impecável, sempre sorridente nas reuniões, aliança brilhando no dedo. Mas… dentro de mim, há outra Ana. Aquela que adora o risco, o proibido. Em viagens de negócios, como esta semana em Montreal, eu solto as feras. O coração acelera só de pensar. Ontem, depois de dias intermináveis de negociações, mandei mensagem pro Amine, meu amante argelino secreto. Ele mora aqui, gay mas ambíguo, e me fode como ninguém. Desta vez, convidei o Lúcio, o francês charmoso das reuniões. ‘Venham ao restaurante brasileiro’, disse. Mentira pro Pedro: ‘Jantar de trabalho’. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa.
No táxi pro restaurante, sinto o anel frio contra a pele quente. Imagino as mãos deles em mim. Chego, vejo-os na mesa isolada, perto da janela e palmeira. Amine, alto, moreno, sorriso safado. Lúcio, elegante, olhos famintos. Abraço o Amine primeiro, seu cheiro de almíscar me molha já. ‘Que saudade, amor’, sussurro. Ele ri, mão na minha cintura. Sento entre eles, joelhos se tocando. Mojitos chegam, conversa leve sobre negócios. Mas meus olhos dizem tudo. Amine elogia meu vestido preto justo, decote discreto mas tetas apertadas. Lúcio cora quando Amine pisca pra ele.
A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome
Comida brasileira deliciosa, mas o jogo começa sob a mesa. Sinto a mão do Amine na minha coxa, subindo devagar. Dedos fortes, quentes. Meu coração bate forte, aliança reluzindo enquanto aperto o copo. Olho pros lados – ninguém nota. Abro as pernas um pouco. Ele chega à minha cona, já encharcada, calcinha fina não segura o mel. ‘Estás molhada, safada’, murmura ele. Eu gemo baixo. Lúcio percebe, sua perna fricciona a minha. Sua mão vai pra bragueta do Amine. Eu entro no carrossel: mão esquerda no pau duro do Lúcio, direita no Amine. Ele massageia minha buceta, polegar no clitóris inchado. Lúcio enfia dedo na minha calcinha, fode devagar. ‘Quero foder-vos os dois’, digo rouca. Risos nervosos, mas paus latejam. Sobremesas chegam, paramos. Mas olhares prometem mais.
O Fogo Sob a Mesa e no Loft
Cafés, conta paga. Elise – quer dizer, eu – invento desculpa: ‘Tenho de ir ao hotel buscar algo’. Beijo-os molhado, línguas dançando. ‘Sejam bons sem mim’. Saio, saia balançando quadris, salto alto clicando. Eles vão pro loft do Amine. Eu chego minutos depois, coração disparado. Porta abre, nus já. Amine me puxa, boca no meu pescoço. Lúcio arranca vestido, mama na mão. ‘Puta casada’, diz Amine, mordendo mamilo. Deito nos almofadões vermelhos, música raï suave. Amine chupa minha cona, língua funda, sucos escorrendo. Lúcio enfia pau na minha boca – circuncidado, grosso, venoso. Engulo até garganta, baba pingando. Troco: chupo Amine, Lúcio me come de quatro. Pau dele entra fundo, bolas batendo. ‘Fode mais forte, vai!’, grito. Amine na frente, eu mama dele enquanto Lúcio me arromba. Troca: monto no Lúcio, cona engolindo tudo, Amine fode meu cu devagar. Dor prazerosa, cheia dos dois. Gozo gritando, corpo tremendo, leite escorrendo. Eles gozam: Lúcio na boca, Amine no cu. Engulo tudo, safada.
Volto pro hotel às 3h, corpo dolorido, cheiro de sexo. Duscho rápido, mando ‘boa noite amor’ pro Pedro. Ele dorme sossegado em Lisboa. Olho aliança, sorrio culpada. Mas excitada. Amanhã, reuniões sérias, eu de blazer certinha. Ninguém sabe. Este segredo me faz viva. Já quero mais. O risco… ah, o risco me mata e me revive.