Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o Miguel, um contabilista certinho. Trabalho como advogada em Lisboa, sempre impecável: saias alisadas, aliança a brilhar no dedo, sorrisos profissionais. Ninguém suspeita. Mas tenho uma vida dupla. O João, capitão na caserna de Santarém, 40 km de distância. Ele é alto, barba aparada, olhos que me despem. O desejo veio do nada, como um fogo. Dizia-me que me precisava ali, que o uniformizado dele me faria bem. Eu resisti meses, mas ontem… menti ao Miguel. ‘Vou jantar com a colega do escritório, chego tarde.’ Coração aos saltos no comboio rápido. E se ele descobre? A adrenalina molha-me já entre as pernas.
Cheguei de surpresa. Ele viu-me na portaria, corou até às orelhas. ‘Ana? Que diabo… acabei de pedir semana, não saio em oito dias!’ Ri nervoso, mas os olhos dele caíram no meu corpo, demoraram-se na saia justa, talvez imaginando o que pulsava por baixo. Mandou um soldado acender lareira na quarto dele. ‘Vem, faz frio aqui fora. Subo já.’ Um oficial passou, alto, majestoso. Cumprimentou-o, mas devorou-me com o olhar, de cima a baixo, sorriso malicioso. ‘Espera no meu quarto, terceira porta à direita.’ Subi as escadas escorregadias, vi dormitórios cheios de camas, homens semi-nus na imaginação. Sentei-me, aliança fria contra a pele quente. Ele entra, monocle cai, ri: ‘Sabes que preferias ficar aqui comigo a um hotel frio.’ ‘João, és cruel… sabes que sofro sozinha.’ Ele sorri: ‘Pedi ao capitão. Ele autorizou.’ ‘A sério?’ ‘Sim, e quer-te agradecer pessoalmente.’ Ri, mas o coração acelerou.
O Segredo que Me Consome
Ele despiu a jaqueta, ficou de camisa aberta, peito largo, calças justas moldando o volume enorme na virilha. Fixei, sem disfarçar. Ele notou, inchou mais. Sentou-se ao meu lado no sofá, coxa pressionando a minha. ‘Confortável aqui, não?’ Mão dele na minha, depois na perna, subindo. Deixei a cabeça no ombro dele. Dedos fortes apertam o músculo da minha coxa, chegam à cona já encharcada sob as cuecas. Puxa-me a nuca, beija com fome, língua invadindo. Eu agarro aquela pica dura pela calça, sinto pulsar. Ele abre o meu blazer, desabotoa a saia, enfia mão nas cuecas, dedos na minha entrada molhada. ‘Estás ensopada, safada.’ Baixo as calças dele, saco o caralho grosso, veias saltadas, cabeça vermelha. Chupo com avidez, lambo como gelado proibido, bolas pesadas na mão. Ele geme, enfia dedos no meu cu, titila o buraco que se abre de tesão. Nuos no sofá, eu de quatro, rabo empinado. Ele cospe na pica, mete devagar no cu apertado. ‘Ah, fodes-me tão bem…’ Vai e vem forte, bolas batendo na cona, mão entre pernas a masturbar-me. Sinto o capitão espreitar pela porta entreaberta, pica na mão, punhetando furioso. Isso enlouquece-me. Ele goza dentro, jorro quente enchendo-me o cu, eu rebento na mão dele, cona a contrair, sumo a escorrer.
Depois, vista à pressa. ‘Vai, antes que nos vejam.’ Beijo rápido, cheiro a sexo nele. Comboio de volta, cu latejante, esperma a pingar nas cuecas. Chego a casa, Miguel dorme. Deito-me, aliança roçando o peito, lembro o contraste: mão dele na minha cona, enquanto esta brilhava no dedo. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã sou a esposa perfeita, mas o segredo arde. Quero mais. O risco… é o melhor afrodisíaco.