Confissão Íntima: Minha Dupla Vida com a Advogada Solange

Sou Inês, 35 anos, casada há dez com o João, avogada numa firma respeitável em Lisboa. Vida impecável: casa em Cascais, jantares de família, aliança no dedo que brilha em todas as reuniões. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Ontem à tarde, depois de um vernissage no Chiado, mandei mensagem à Solange. Aquela loira alta, olhos verdes, advogada como eu, que me olhou como se quisesse devorar-me ali mesmo. ‘Quero-te esta noite’, escrevi, coração aos pulos. O telemóvel vibrou: era ela. ’19h30 no Bairro Alto, no bar do costume. Venho com o meu tipo, ok?’ Engoli em seco. ‘Perfeito.’

Disse ao João que íamos sair com amigos. Ele sorriu, confiante. Vesti saia justa preta, top decotado, string minúsculo. A aliança pesava no dedo enquanto maquiava os lábios vermelhos. No bar, lotado de sábado, vi-a ao canto: jeans colados no rabo perfeito, camisa branca sem sutiã. O namorado ao lado, o João ali perto fingindo conversa. Os nossos olhares cruzaram – bum, eletricidade. Aproximei-me, voz rouca: ‘Boa noite.’ Beijo no canto da boca, rápido, mas a cona já latejava. ‘Tens saudades?’, sussurrou ela. ‘Demasiadas.’ As mãos roçaram debaixo da mesa, dedos entrelaçados. O João olhava, mas eu só via o brilho nos olhos dela. ‘Último copo e vamos?’, perguntei. Ela corou: ‘Queres estar sozinha comigo?’ Meu Deus, o risco… o marido a metros, mas o desejo vencia. Beijámo-nos ali, línguas quentes, o bar aplaudiu. Esqueci tudo.

O Segredo que Começou no Bairro Alto

No táxi para casa dela em Alcântara, ignorei as chamadas do João. ‘Estou com ela, volto amanhã’, mensagem rápida. Chegámos, porta fechada, e o fogo explodiu. Ela queria devagar, mas eu não aguentei. Tirei o top, a saia, string – nua, só a aliança brilhando. Abracei-a, desabotoei a camisa, apalpei aqueles peitos firmes, mamilos duros. ‘Quero-te toda’, gemi. Baixei-lhe os jeans até aos joelhos, camisa presa nos pulsos – imobilizada contra a bancada da cozinha. Beijei o pescoço, lama a garganta. Dedos na cona dela, molhada que escorria. ‘Fode-me, Inês’, implorou. Um dedo, dois, três – bombava forte, o cu piscando. Virei-a, lama o rabo perfeito, língua na raia, no ânus apertado. Ela gemia rouca: ‘Mais, lambe o meu cu!’ Chupei, enfiei a língua, mãos a amassar as nádegas. Deitei-a no tapete, pernas afastadas, dedilhei a cona até gozar, jatos quentes, corpo a tremer.

A Explosão de Prazer Proibido

Na cama, horas de orgasmo: 69 molhado, conas roçando, gritos ecoando. Ela pegou no strap-on, lubrificou, ‘Vira-te’. Ofereci o cu, aliança cravada na palma enquanto ela entrava – dor aguda, depois prazer insano. ‘Fode o meu cu, Solange! Mais fundo!’ Batia forte, alternava cona e ânus, eu gozava sem parar, abandonada. Exaustas, abraçadas. De manhã, café pronto pelo namorado dela – nu, só string, provoquei-o com poses, ereção óbvia. ‘Não olhes, ou ela castiga-te’, ri. Solange acordou, caudas entre pernas no colchão, dedos na cona uma da outra até ela explodir primeiro, eu vitoriosa.

Ela partiu para os EUA, ‘Volto para ti’. No aeroporto, João e o tipo atrás, nós de mãos dadas. Beijo final: ‘O Jérôme é teu esta noite.’ Voltei com eles, mas o segredo arde em mim. Vida normal amanhã – tribunal, marido –, mas a cona ainda dói de prazer. Adoro isto: a culpa misturada com excitação. Quem sabe o próximo risco?

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