Eu sou a Ana, 42 anos, casada há 18, mãe de dois: o João, 16, rebelde que sabe tudo antes de aprender, e a Maria, 14, que vive no telemóvel. Vida perfeita em Lisboa, bairro calmo no Chiado. Trabalho em escritório, relatórios todos os dias. Marido? Bom pai, mas ausente, sempre em reuniões. Eu cozinho, limpo, sorrio para todos. Ninguém imagina.
Mas… há meses, olho para o padeiro. O Miguel, loiro, tranças compridas amarradas atrás, corpo forte de tanto sovar massa. A padaria cheira a pão fresco, quente, que me dá arrepios. Começou inocente: ‘Bom dia, Ana, o de sempre?’. Eu sorrio, toco o balcão, sinto o coração acelerar. Ele nota. Um dia, sussurra: ‘Você é casada, mas olha para mim como se quisesse mais’. Eu nego, mas volto. A aliança pesa no dedo, brilha sob a luz. Vida normal? Sim. Mas o desejo queima. Filho discute à mesa, marido nem repara. Eu penso no pau dele, duro como pão acabado de sair do forno.
O Segredo que Começou no Cheiro de Pão Quente
Ontem, fechei o negócio no trabalho cedo. ‘Vou ao mercado’, minto para o marido. Corro para a padaria. Ele fecha, mas abre a porta dos fundos. ‘Entra, rápida, antes que vejam’. Coração na boca, suor frio. Cheiro de farinha e fermento. Ele me puxa, beija forte, língua gulosa. ‘Quero te foder há tanto tempo, Ana’. Mãos dele na minha saia, sobe, rasga a renda da cueca. Eu gemo: ‘Miguel, devagar, e se alguém…’. Mas não paro. Afasto as pernas, sinto o pau dele enorme, latejante, contra mim. Ele baixa as calças, pau grosso, veias saltadas, cabeça vermelha molhada de pré-gozo. ‘Olha tua aliança brilhando enquanto te como’, diz, rindo baixo.
O Foda Rápido e Arriscado Atrás da Padaria
Empurra-me contra a parede fria, massa crua ao lado. Enfia dois dedos na minha cona ensopada, ‘Tá pingando, puta casada’. Eu mordo o lábio, ‘Fode-me agora, rápido’. Ele obedece, pau entra de supetão, estica tudo, dói e excita. Bomba forte, bolas batendo na minha bunda. ‘Mais fundo, caralho’, imploro. Ele agarra minhas tetas por cima da blusa, morde o pescoço. Eu gozo primeiro, cona apertando ele, pernas tremendo. ‘Porra, Ana, tua cona mama meu pau’. Ele acelera, urgente, ‘Vou gozar dentro’. ‘Sim, enche-me!’, grito baixo. Jatos quentes inundam, escorrem pela coxa. Cinco minutos, no máximo. Ele sai, pau mole brilhando.
Limpo rápido com papel, saio pela rua, pernas fracas. Volto a casa, marido no sofá, ‘Onde estiveste?’. ‘Mercado lotado’. Sorrio, aliança limpa mas cona ainda lateja, esperma dele dentro de mim. Janto, ajudo filhos com lições – João resmunga ‘Tu não mandas em mim’, Maria ignora. Deito com marido, finjo sono. Mas debaixo dos lençóis, toco-me devagar, lembro o cheiro de pão misturado com porra. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã volto à padaria. Quem sabe da próxima vez no carro dele, porta aberta. Essa dupla vida me consome, mas foda-se, adoro o risco. Sou a boa esposa… e a vadia secreta.