Minha Dupla Vida: A Primeira Vez com Ela, o Meu Segredo Proibido

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12, advogada em Lisboa. Vida impecável: marido amoroso, casa arrumadinha no Chiado, clientes satisfeitos. Mas ontem… ontem tudo tremeu. Magali, o meu crush do liceu, encontrou-me no Facebook há semanas. Mensagens quentes, fotos ousadas. ‘Vem a Lisboa’, disse-lhe. Veio. Coração aos pulos desde o aeroporto. ‘Sou casada, isto é loucura’, pensei, rodando a aliança no dedo. Mas o desejo queimava.

Apanhámo-la no museu. Quadros de Paula Rego, cores vivas, inspiraram-na. As mãos dela roçavam as minhas nas salas vazias. Dedos na minha coxa por baixo da saia, disfarçadas. Eu… tremia. Pubis latejava. ‘Magali, paramos?’, sussurrei. Ela sorriu: ‘Não queres?’. Caminhámos pelo Chiado, mãos entrelaçadas. Parou-me numa rua estreita: ‘Onde vai isto dar? Temos vidas…’. Hesitei. Aliança fria contra a palma quente dela. ‘Não sei, mas quero explorar. Sem demolir tudo’. Beijou-me ali, na rua. Línguas urgentes, mãos nas minhas nádegas. Essuflei: ‘Casa é perto. Vem.’.

A Tensão do Dia e o Chamado do Desejo

Chegámos ofegantes. Marido chega às 19h, eram 17h. Porta bateu, ela prensou-me contra ela. Beijos famintos. Desabotoou a minha blusa, eu a saia dela. Caiu ao chão. Peitos nus, mamilos duros. ‘Quero-te há anos’, gemeu, chupando os meus. Mão na minha cona, já encharcada. ‘Tão molhada, Ana’. Tirei-lhe o vestido, body rasgado. Dedos na dela, quente, escorregadia. ‘Cama, já’, disse ela. Na quarto, nuas. Eu sentei-me na cama, pernas abertas. Ela ajoelhou-se: ‘Deixa-me provar-te’. Língua na minha cona, devagar. Circulos no clitóris. ‘Oh, Magali… assim’. Dois dedos dentro, crocheteando. Corpo arqueou. ‘Vou gozar!’. Gozei forte, pernas a tremer, mordendo o lençol.

O Êxtase Rápido e o Regresso à Rotina

Ela subiu, cona na minha boca. ‘Chupa-me, amor’. Lambi voraz, gosto salgado. Dedos na dela, três agora, fodo-a rápido. ‘Mais forte!’. Gozou gritando baixo, medo de vizinhos. Tribbing depois, conas coladas, frotando. Clitóris inchado no dela. ‘Fode-me, Ana’. Ritmo louco, suor misturado. Gozei de novo, ela também. ‘Rápido, ele chega’, pensei. Banho juntos. Água quente, eu de costas, ela dedos no meu cu, língua no pescoço. ‘Uma última’, pediu. Enfiei dedos na cona dela, bombeando. Gozou encostada à parede.

Saimos, vestimo-nos a voar. Beijo final: ‘Isto fica entre nós’. Ela foi. Arrumo a casa, cheiro a sexo no ar. Marido entra: ‘Dia bom?’. Sorri: ‘Perfeito’. Janto normal, mas cona ainda pulsa. Aliança brilha, mas lembro a mão dela. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. O segredo arde. Quero mais. Amanhã, mensagens dela: ‘Quando repetimos?’. O risco… vicia.

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