Chamo-me Ana, tenho 28 anos, casada com o João há quatro. Vivo em Lisboa, trabalho num escritório de contabilidade, chego a casa às seis, faço o jantar, sou a esposa perfeita. Mas… ai, o meu segredo. O Miguel, o melhor amigo dele. Alto, forte, daqueles olhares que me derretem. Começou há um ano, numa festa. Ele roçou-me a mão, eu senti o fogo. Desde então, é a minha adrenalina. O risco de ser apanhada… o coração a bater descompassado só de pensar.
Hoje, quarta-feira de verão, mandei mensagem ao João: “Estou ocupada agora, conto-te depois. Vai-te agradar…” Ele no trabalho, eu no meu. Mas saí mais cedo, pretextando uma reunião. Encontrei o Miguel no parque de estacionamento subterrâneo do centro comercial. O carro dele, vidros escuros. Entro, tranco a porta. Olho para a minha aliança a brilhar no dedo, contra a mão dele grande e áspera na minha coxa. “Ana, estás molhada já?”, sussurra ele, voz rouca. Eu mordo o lábio, culpada mas excitada. “Sim, caralho, mas temos de ser rápidos. O João espera-me em casa.” O meu coração martela, suor frio na nuca. Ele ri baixo, puxa-me para o banco de trás.
O Segredo que Me Acende por Dentro
As mãos dele sobem pela saia justa, rasgam as collants. Sinto os dedos grossos a abrir-me as pernas, a roçar a cona já encharcada pela cueca de renda. “Olha para ti, casadinha perfeita a pingar por mim”, diz, e enfia dois dedos de uma vez. Grito abafado, agarro o assento. O cheiro a sexo invade o carro, misturado com o seu perfume forte. Ele baixa as calças, o caralho dele salta, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha e babada. Eu não resisto, abaixo-me, chupo com fome. A língua rodeia a cabeça, engulo até à garganta, sinto-o pulsar na boca. Ele geme: “Porra, Ana, chupas melhor que a tua vida de esposa.” Cuspo nele, lambo as bolas peludas, o salgado na boca.
O Encontro Rápido e Selvagem
Não aguento mais. Subo, monto nele, guio o caralho para a cona. Entra devagar, estica-me toda, sinto cada centímetro a rasgar. “Fode-me forte, Miguel, mas rápido!”, peço, ofegante. Ele agarra-me as nádegas, bate com força, o carro abana. Os meus seios saltam fora do sutiã, ele mama os mamilos duros, morde. Eu cavalgo, a cona a apertar-lhe o pau, sucos a escorrer pelas coxas. Olho o relógio – meia hora só. O risco: alguém pode ver, o João pode ligar. Isso excita-me mais. “Vou gozar, enche-me de porra!”, grito. Ele acelera, mãos no meu cu, um dedo a entrar no ânus apertado. Gozo primeiro, tremendo, cona a contrair, jatos quentes dele dentro de mim, a transbordar.
Desço, pernas a tremer, porra a escorrer pela perna. Limpo-me com lenços, disfarço o cheiro com perfume. Beijo-o rápido: “Vai-te embora primeiro.” Saio, caminho normal para o meu carro, aliança a queimar no dedo. Chego a casa, João sorri: “Como correu o dia?” Eu sorrio de volta, cona ainda latejante, porra dentro de mim. “Ótimo, amor.” No banho, toco-me outra vez, revivo tudo. Culpada? Um pouco. Mas excitada? Demais. Esta dupla vida é o meu vício. O segredo guardado, o risco… faz-me sentir viva. Amanhã, quem sabe? O João nem sonha, e isso é o melhor.