Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Pedro, advogado certinho em Lisboa. Vida perfeita: casa em Alcântara, dois filhos, trabalho como consultora em marketing. Ninguém imagina que adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Este verão, disse ao marido que ia de férias com ‘as amigas’ para uma ilha grega. Mentira. Encontrei um grupo de artistas: o João-Miguel, coreógrafo gato, a irmã Carolina, sensual e misteriosa, e a prima Helena, livre como o vento. Piscina, uzo a rodar, risos. Eu, de biquíni, o anel de casamento brilhando no dedo, olhos neles nus na água. O coração batia forte. ‘Não olhes tanto, Ana’, pensei, mas o calor subia.
A noite avançou. Jantar com collants contra mosquitos, conversa sobre dança. João-Miguel bêbado, confessa: ama o mestre Bob, ‘foi incrível chupar-lhe a pila grossa’. Silêncio. Helena ri, abraça-o: ‘Eu sofri com os teus insultos de ‘gouine’, agora somos iguais’. Carolina observa tudo, olhos famintos. Eu? Molhada por dentro, o contraste do anel frio contra a pele quente. ‘Vens ajudar na coreografia?’, pergunta ele. Empurro-o para a piscina, rimos, nus de novo nos chaise-longues, retsina rosada. Helena beija-me na boca, suave. ‘Boa noite.’ Fico com Carolina, jogo de damas chinesas. Ela hesita: ‘Que dia…’. Pergunto do irmão gay. ‘Não me choca. Mas e se soubessem de mim?’. Confessa: voyeur no internato. ‘Escondida no sótão, via-os a bater punhetas: dois dedos, mão inteira, creme Nivea, um metia os pés na parede para engolir a porra. Contracções no cu antes de gozar. Rapazes em 69, pile ou cara para foder o cu. Meninas: circulares no clitóris, dedos no cu, afecto depois.’ Bebe metaxa. ‘Adoro ver o prazer nos rostos, mas nunca me toco.’ Incrédula: ‘Só gozas a espiar?’. Levo-a ao escritório, espelho grande. Senta no fauteuil. ‘Descobre-te.’ Olha o reflexo, pernas abertas, mão no monte de Vénus, afasta as beiças rosadas, úmidas. Dedo no buraco, vai e vem, gemidos baixos. Aperta o mamilo, depois clitoris frenético. Corpo treme, orgasmo violento, silencioso como anos reprimidos. Cabeça para trás nos meus quadris.
O Segredo que Começou com Uzo e Confissões
Toquei-lhe os ombros. ‘Não me toques, cabra lésbica!’ Correu. Lágrimas minhas no espelho. Helena surge, mão leve: ‘Vi tudo. Vem, para com o tempo’. Na cama dela, nuas, cheiro a sal e desejo. ‘Lamba-me a cona’, sussurra. Deito-me, nariz no cu dela perfeito, língua na fenda molhada, clitóris inchado. Chupo voraz, dedos no cu apertado. Ela geme: ‘Mais fundo, caralho!’. Montei-lhe a cara, cona na boca dela, roço frenético. ‘Vai, goza na minha boca!’ Gozei forte, sumos escorrendo, coração a rebentar – risco de alguém ouvir. Ela virou-me, 69: língua no meu cu, dedos na cona, eu na pila dela? Não, ela pura. Gozámos juntas, suadas, ofegantes. Urgência: ‘Amanhã volto pra Lisboa, marido espera’. Dormi com o nariz no cu dela.
De volta, Pedro beija-me: ‘Descansaste?’. Sorrio, anel brilhando, cona ainda latejante. Ninguém sabe. O segredo arde em mim, excitada pela duplicidade. Profissional de dia, puta secreta de noite. Quero mais. O risco? É o que me faz viva.