Confissão Íntima: A Traição no Barco com o Amigo do Meu Marido

Sou a Ana, 38 anos, de Lisboa. Casada com o João há 12 anos. Ele é engenheiro, sério, ama-me. Eu sou gerente num escritório no Chiado, saias justas, saltos altos, vida perfeita. Jantares em família, viagens ao Algarve. Mas… tenho um segredo que me consome. O Miguel. Amigo de infância do João. Alto, moreno, corpo de ginásio. Desde sempre, olhares trocados. Mensagens escondidas. ‘Vens ao barco amanhã?’ Ele manda. Eu respondo: ‘Não posso, o João… mas ok, yoga às 17h’. Minto. O coração acelera. Olho a aliança no dedo. Brilha. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Adoro o risco. Imagino ser apanhada. Imagino o pau dele duro à minha espera.

Hoje conto aquela tarde em Cascais. Saio do trabalho cedo. ‘Reunião extra’, digo ao João. Ele beija-me: ‘Volta cedo, amor’. Guio até à marina. O barco dele ancorado, longe dos outros. Vejo-o no convés, sem camisa, suor no peito. ‘Ana…’, sussurra. Subo. Porta bate. Beija-me com fome. Línguas enroscadas. Mãos dele na minha bunda. ‘Faz tempo que quero foder-te aqui’, diz. Eu gemo: ‘Rápido… tenho de voltar’. Despimo-nos. Eu nua, seios livres, cona já molhada. Ele me leva ao mar. Banho rápido, água fria nos corpos quentes. Saímos, pingando. No convés, urgência.

A Rotina Impecável e o Fogo Secreto

Deito-me de bruços, rabo empinado. Ele ajoelha atrás. ‘Que coninha gulosa…’, rosna. Língua na minha fenda. Lambe devagar, depois forte. Chupa o cu, dedos dentro. Eu tremo: ‘Miguel… oh foda-se…’. Coração aos pulos. Barcos passam ao fundo. Risco de verem. Ele vira-me. Pau enorme, veias saltadas. ‘Chupa-me’. Eu obedeço. Boca cheia, saliva escorrendo. Engulo até à garganta. Ele geme: ‘Boa putinha casada’. Levanta-me as pernas. Enfia de uma vez. ‘Caralho, que apertadinha!’. Bomba forte. Pum-pum. Seios balançam. Unhas nas costas dele. ‘Mais fundo… fode-me como cadela!’. Ele acelera. Suor mistura-se. ‘Vou gozar…’, avisa. ‘Dentro não!’, mas minto. Quero sentir o leite quente. Ele explode. Jatos na cona. Eu venho atrás, pernas a tremer, grito abafado.

Acabamos ofegantes. Lavo-me no chuveiro do barco. Cheiro a sexo? Sabão forte. Visto-me rápido. ‘Amanhã?’, pergunta. ‘Talvez’. Beijo final. Volto a casa. João cozinha. ‘Boa reunião?’. ‘Sim, cansativa’. Sorrio. Deito ao lado dele à noite. Ele dorme. Eu toco-me devagar, lembro o pau do Miguel. O segredo arde. Sou esposa perfeita. E puta secreta. Adoro esta dupla vida. O risco? Viciante. Da próxima, mais longe. Mais perigoso.

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