Confissão Íntima: Minha Dupla Vida como Farmacêutica Casada e Safada

Chamo-me Clara, 27 anos, casada há três com o João, um tipo calmo e dedicado. Trabalho como farmacêutica numa clínica em Lisboa. Vida perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… eu tenho um segredo. Todo verão, finjo uma ‘conferência profissional’ no Algarve. Na verdade, vou ao Hotel Sol e Mar, onde encontro o Mehmet, o turco de 50 anos que gere o spa. Ele é careca, barrigudo, mas as mãos dele… ai, despertam algo selvagem em mim. E tem o Sr. Paulo, um cliente fixo, sexagenário, que sabe tudo dos meus desejos. O coração acelera só de pensar. De dia, sorrio para o marido ao telefone, aliança a brilhar no dedo. De noite, sonho com o risco de ser apanhada. Ontem… aconteceu de novo. Liguei ao João a dizer que estava atrasada na ‘reunião’. Mas eu já corria para o spa vazio, peignoir aberto, cona molhada de expectativa.

Entro na sala de massagem, Mehmet espera, sorriso cúmplice. ‘Clara, minha putinha secreta, despacha-te.’ Tremo. Ele tranca a porta, mas sei que o Sr. Paulo vigia do hammam ao lado. As mãos dele nos meus seios, apertando os mamilos duros. ‘Olha a tua aliança, casadazinha… enquanto eu te fodo.’ Eu gemo, baixo. Ele vira-me de costas, baixa as cuecas, caralho grosso e duro contra as minhas nádegas. ‘Rápido, Mehmet, o meu marido espera.’ Ele ri, enfia dois dedos na minha cona ensopada, mexendo forte. ‘Estás pingando, safada.’ Eu abro as pernas, urgente. Ele empurra o caralho todo de uma vez, fundo, batendo no útero. ‘Ahhh… fode-me!’ Grito baixo, coração disparado. Ele bombeia rápido, mãos na minha boca para calar. Sinto o cheiro de óleo de eucalipto misturado com suor. A aliança roça na borda da mesa enquanto me seguro, ele agarra o meu cabelo. ‘Vais gozar com o pau de um velho turco, enquanto o teu maridinho janta sozinho?’ Eu gozo primeiro, cona apertando, pernas tremendo. Ele explode dentro, quente, gemendo ‘Toma, puta casada.’ Sai rápido, limpamos com toalhas, riso nervoso.

A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome

Saio do spa, pernas moles, sêmen a escorrer pelas coxas. Peço um táxi, ligo ao João: ‘Já venho, amor, trânsito louco.’ Chego a casa, cheiro a sexo ainda no corpo, mas disfarço com perfume. Ele beija-me, inocente. Eu sorrio, coração aos pulos. No chuveiro, toco-me outra vez, revivendo. A adrenalina… o risco de gravidez, de ser vista pelas câmaras, de o marido cheirar o traidor. Amo esta dupla vida. De dia, senhora respeitável. De noite, vadia viciada no proibido. Mal posso esperar pela próxima ‘conferência’.

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