Confissão: A Minha Dupla Vida e o Cu Devorado na Cozinha

Sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o Miguel, engenheiro sempre no trabalho. Trabalho como advogada em Lisboa, vida perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios, duas filhas a dormir no quarto de cima, eu de saia florida curta que me faz sentir sexy depois de perder 10 quilos. Tudo impecável, aliança no dedo esquerdo a brilhar. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. O meu amigo de infância, o Rui, veio almoçar hoje. As miúdas estão de férias com os avós, o Miguel volta só à noite do turno. Conversa fiada na cozinha enquanto preparo a salada, ele ri das minhas piadas, mas os olhos dele param nas minhas coxas quando me abaixo. Sinto o coração acelerar. Eu… eu sei que não devia, mas a adrenalina é viciante.

Comemos na varanda, sol quente, vinho tinto a aquecer o sangue. Ele elogia o meu corpo novo, ‘Pareces outra, Ana’. Eu sorrio, mas sinto a humidade entre as pernas. O Miguel liga: ‘Volto tarde’. Perfeito. Limpamos a mesa, eu de costas para a pia, ele ao lado com o pano. As nossas mãos roçam, uma, duas vezes. O ar fica pesado. Olho para ele, olhos escuros, desejo puro. ‘Rui… o que é que estamos a fazer?’, pergunto baixinho, mas a minha voz treme de excitação. Ele não responde, só põe a mão esquerda na minha saia, na nádega direita. Firmão, macia. Não me mexo. Penso no Miguel, na aliança fria contra a palma quente dele. Meu Deus, que culpa… mas que tesão.

A Rotina Impecável e a Tensão do Proibido

Ele aperta mais, levanta a saia devagar. Culote de algodão azul, já molhado. ‘Quero-te assim, Ana’, murmura. Eu… eu levanto a saia até às ancas, mostro-lhe tudo. Ele ajoelha-se atrás, mãos a amassar as minhas nádegas gordas. Sinto o cheiro da minha cona excitada, os dedos dele a entrarem pela culote, roçando o cu. Gemo baixo. ‘Rápido, Rui, antes que…’. Ele pressiona o tecido contra a minha fenda, ouve os sons molhados. Eu afasto a culote, abro as pernas. Dedos grossos nas minhas grandes-lábios inchadas, espremem-nas, metem dois dentro da cona. Largo, escorregadio. Cambrando-me, sinto o polegar no cu. ‘Estás pronta?’, pergunta. ‘Não pela cona… pelo cu. Usa o óleo ali.’ Pego na garrafa de azeite, entrego-lhe. Coração aos pulos, risco louco na cozinha.

O Acto Explosivo e o Regresso à Normalidade

Ele lubrifica a pila dura, eu abro as nádegas. Esfrega o caralho no meu cu, eu recuo, engulo-o devagar. Ai, que preenchido! Até ao fundo, quente, grosso. Paramos um segundo, eu aperto o cu à volta dele, ele pulsa dentro. Começo a mexer o rabo, ele agarra-me os ombros por baixo dos braços, prende-me. ‘Fode-me forte’, peço. Ele limpa como um animal: vai e vem fundo, pila inteira a cada estocada, lubrificada, entra fácil. Eu gozo a coninha com a mão, dedos no clitóris frenéticos. Grotescos baixos, suores mistos. Sinto-o inchar, explode no meu cu, jatos quentes. Eu venho violentamente, pernas a tremer.

Ficamos ofegantes contra a pia. Saio devagar, limpo-me no WC, ele lava as mãos. Voltamos, olhamo-nos envergonhados. ‘Desculpa, Rui… foi doido.’ ‘Nunca mais, Ana.’ Mas sorrimos cúmplices. Ele vai embora, eu arrumo tudo impecável. O Miguel chega, beijo-o, cheiro a azeite disfarçado. Noite normal, filhas a dormir. Mas sinto o cu a pulsar, o esperma dele dentro de mim. Amanhã, sou a esposa perfeita. Hoje, traí e adorei. O segredo arde, quero mais. Quem sabe da próxima?

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