Sou casada há dez anos, vida certinha em Lisboa. Trabalho como advogada, marido amoroso, casa impecável. Mas por dentro… arfo. Toda essa rotina me sufoca. Ontem, menti pro João: ‘Seminário no Alentejo, volto amanhã’. Coração acelerado, aliança brilhando no dedo enquanto dirijo pro fim do mundo. Vilarejo perdido, hotelzinho simples. Chego suada, sol de julho queimando. A gerente, Marta, loira de olhos azuis, sorriso safado. Uns 28 anos, vestido leve colado no corpo. Mostra o quarto, sobe escada à frente. Meu Deus, sem calcinha. Vejo o contorno da bunda perfeita. Fico vermelha, molhada. ‘Bem-vinda, se precisar de algo, tô aqui’, diz ela, piscando. Janto sozinha, penso nela. Noite, ouço gemidos. Espio pela porta entreaberta. Marta nua, montada num cara, chupando outro, terceiro lambendo os peitos dela. ‘Vai, fode minha cona!’, grita ela. Eles a tocam com carinho, pornos vivos. Minha mão desce pra buceta, encharcada. Me masturbo olhando, mas não gozo. Inveja, tesão louco.
No dia seguinte, Marta me leva pro seu ‘paraíso secreto’: prainha na ribeira, floresta fechada. ‘Aqui perco a virgindade, faço amor na natureza’, ri ela, despindo-se. Pele dourada, cona raspadinha. Eu também tiro tudo, vento nos peitos, arrepios nas coxas. Ela me beija, língua quente. ‘Toca minha cona, sente como é macia’. Dedos nela, ela geme. Caímos na manta, ela me lambe: língua no clitóris, dedos na buceta e cu. ‘Goza pra mim!’, manda. Explodo gritando, corpo tremendo. Agora eu: chupo a cona dela, salgadinha, dedo no cu apertado. Ela goza rindo, feliz. Conta dos amantes: três rapazes do vilarejo, dividem ela há anos. ‘Amanhã eles vêm, vamos foder todos’. Meu coração bate forte. Aliança no dedo, penso no João. Mas aceito. Noite no quarto dela, lambemos uma à outra até amanhecer.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Me Consome
Manhã, eles chegam: Miguel moreno mal barbeado, caralho grosso; Pedro loiro magro; Rui de olhos verdes. Despimos na trilha. Marta chupa os três, eu me junto. Sucção alternada, salivas escorrendo. ‘Chupa meu pau, vadia!’, diz Miguel. Sento no caralho do Pedro, Marta lambe meu cu. Miguel me enche a boca. Troca: Rui me fode o cu devagar, dói mas vira prazer insano. ‘Sente meu pau no teu rabinho!’, rosna. Marta de quatro, dupla penetração: cona e cu cheios. Eu igual, dois paus me rasgando, gozo gritando, esperma jorrando dentro. Lambe tudo, beijos com gosto de porra e cona. Gozamos juntos, corpos suados colados. Rápido, urgente – trem passa em uma hora.
Volto pro carro, buceta e cu latejando, esperma escorrendo nas coxas. Chego em casa, João beija: ‘Como foi?’. Sorrio, aliança fria contra pele quente. ‘Tudo bem, amor’. No banho, dedo a cona pensando neles. Culpada? Um pouco. Mas excitada pra caralho. O segredo me consome, já planejo voltar. Essa dupla vida… é viciante.