Confissão: Minha Dupla Vida e a Orgia Selvagem no Autocarro da Meia-Noite

Sou casada há dez anos, vida perfeita aos olhos de todos. De dia, sou a Inês, gerente de banco em Lisboa, blusas cerradas, saias pelo joelho, aliança reluzente no dedo. O marido? Um amor estável, mas sem fogo. Há dois meses, o Toni, meu amante, viajou. Esperei como louca, buceta latejando de saudade. Hoje, jantamos num restaurante chique. Eu sem sutiã, decote generoso nos meus peitos fartos, mamilos roçando no tecido a cada passo. Coração aos pulos, molhada só de pensar nele. Mas ele nem olhou. Contou da miúda nova no estrangeiro. Acabou tudo. Saí de lá vazia, errando ruas escuras. Não queria casa, não queria solidão. Entrei no último autocarro. Quase vazio: eu, uma mulher provocante atrás, dois gajos à frente, o motorista.

Meu corpo gritava. Peitos inchados, buceta inchada de desejo. Dois meses sem caralho. Masturbei-me muito, mas nada como um homem dentro. Olho os tipos: um na casa dos 30, bonito, o outro mais novo. Imagino o mais velho vir, eu a erguer o top, mamilos duros para ele. Tremo. A mulher passa, saia curtíssima, top minúsculo sem sutiã. Seios balançando, mamilos visíveis. Para no motorista: “Diz quando chega ao Velho Carvalho?” Inclina-se, rabo quase de fora. Os gajos babam. Ela volta, peitos à mostra. “Gostas?” O jovem: “Porra, sim!” Ela agarra os seios, agita-os na cara dele. “Queres apalpar?” Ele atira-se, o amigo junta-se. Gemidos dela enchem o autocarro. Eu aperto as coxas, mão no top, beliscando mamilos. Coração dispara – e se o marido soubesse?

O Segredo que Me Consome

Ela geme alto: “Estão a mamar-me as tetas!” Motorista: “Que raio é isso atrás?” Ela vai à frente, tetas nuas: “Queres unir-te?” Volta com ele corado. O bonito vira-se para mim: “E ela?” Ela acena, relutante. Eu? Culpa no estômago, mas buceta ensopada. Levanto-me. Ela despacha a saia – nada por baixo, cona depilada. O jovem enterra a cara lá. Motorista mama tetas dela. O bonito, Sílvio, para à minha frente. “Oi, eu sou o Sílvio.” “Inês…” Beija-me devagar, língua quente. Mãos nos meus peitos, roçando mamilos pelo top. Gemo. Ele abre o meu jeans, tira a calcinha. Lambe minha clito, dedo na cona. Arqueio-me, aperto tetas. Puxo-o para 69. Caralho grosso na boca, sugo, lambo. Ele acelera na buceta, gozo tremendo, cona contraindo.

O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina

Ele põe condão, sento no colo. Caralho preenche-me toda, clito roçando pelos dele. Movimenta-se, mama tetas. Gozo de novo, gritando. Aliás, os outros: ela fode o jovem, motorista atrás. Gritaria. Eu avanço, chupo tetas dela balançantes. Sílvio acaricia meu rabo. Surpresa: beija o amigo. Ela goza aos berros. Motorista ainda duro. Sento no caralho dele no cu – adoro essa dor-gozo. Desço, engulo tudo. O amigo, António, na cona. Preenchida dupla! Sílvio na boca. Fodem-me forte, cona e cu rebentando, gozo sem parar. Eles explodem um a um, porra quente.

Caímos exaustos. Vestimo-nos rápido. Autocarro rola. Sílvio leva-me a casa. Chego, marido dorme. To co na cama dele, aliança fria contra pele quente. Lembro caralhos, tetas, gemidos. Culpada? Um pouco. Mas excitada pra caralho. Amanhã, vida normal. Mas o segredo pulsa. Já quero mais risco.

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