Eu sou a Elisabete, 35 anos, casada com o Carlos, um homem mais velho sempre em viagens de negócios. Dirijo uma família com três filhos adultos dele: a Agnês, 21, o Vicente, 19, e a Isabela, 18. Aos olhos de todos, sou a mulher perfeita: profissional organizada, corpo sensual com curvas certas, pernas longas, seios fartos que dispensam sutiã. Mas por dentro… ah, por dentro eu queimo.
O Carlos não me toca há meses. Na rua, os homens devoram-me com os olhos, mas eu finjo não notar. Em casa, cuido de tudo. O Vicente… ele mudou. Aos 19, tranca-se no quarto, volta apressado de maio quente. Eu sei o que faz: bate punheta pensando em putas. Ontem, vi-o no café, seguindo uma miúda de saia curta, cueca vermelha à mostra. Ele veio a correr, porta fechada.
A Rotina Falsa e o Desejo que Queima
Eu leio no sofá, pernas abertas sem cuecas – hábito secreto. Ele senta à frente, vê minha tosa preta. Meu coração acelera. Sinto culpa, mas o tesão vence. Percebi o buraco na parede da casa de banho. Ele espiava-me. Uma noite, despia-me: soutiãzinho, mamas pesadas, cona depilada curta, clitóris inchado. Toquei-me devagar, gemendo baixo. Dedos na cona molhada, imaginando uma caralho grossa.
Ele gritou ao gozar. Entrei no quarto escuro, luz acesa: nu, caralho meia-bomba, porra no peito. Fechei a porta. Sentei na cama, robe aberto, mamas à vista. Ele olhava, excitado de novo. ‘Tu espiavas a tua madrasta?’, disse. ‘Tu masturbavas-te também’, respondeu. Meu anel de casada brilha, mas minha mão vai ao caralho dele. Quente, grosso para 19 anos.
‘Tu és virgem?’, perguntei, voz tremendo. ‘Quase. Prefiro foder uma como tu.’ Meu coração martela. Culpa? Sim, mas cona pinga. Ele pega-se de novo. Paro-o, mão na pila dura. Acaricio devagar. Ele goza rápido, porra quente nos dedos. Não desanima. Enjombo-o, guio a caralho à minha entrada molhada. Desço devagar: ‘Oh, filho da puta, entra fundo!’ Ele geme: ‘Madrasta, que cona quente!’
O Foda Selvagem e o Regresso à Normalidade
Cavalgo forte, urgente – marido pode ligar. Anel no dedo roça o peito dele. ‘Sente minha cona apertada na tua pila? Vai gozar dentro!’ Ele mama tetas, belisca mamilos. ‘Mete dedo no cu!’, peço. Ele obedece, eu gozo gritando, cona convulsa, sumo escorrendo. Ele segura minhas ancas, fode de baixo: ‘Vou encher-te!’ Porra jorra, eu gozo outra vez, tremendo.
Viro 69. Chupo pila melíflua, bolas na mão. Ele lambe cona, dedo no cu. ‘Chupa meu clitóris!’ Gozamos juntos: porra na boca, eu engulo; meu gozo na cara dele. Depois, abraçados: ‘Guarda segredo, ou escândalo. Mas repetimos.’ Ele: ‘Sim, Mãe.’ Rimos nervosos.
Volto à rotina: robe fechado, leio como se nada. Marido liga, minto serena. Mas sinto porra seca na cona, anel frio contra pele quente. Adrenalina do risco… meu maior tesão. Amanhã, finjo normal, mas já molho pensando no próximo foda escondido. Vida dupla: culpada, excitada, viva.